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DADOS PRIVADOS EM REDES SOCIAIS DEVERIAM VIRAR FONTE DE LUCRO?

07/05/2010

Embora os serviços de redes sociais possuam legalmente os dados de usuários gerados em seus sites, eles não devem utilizar este conteúdo fora do contexto no qual foi criado, alertou uma pesquisadora da Microsoft Research que estuda redes sociais.

Não respeitar o contexto no qual os dados foram criados só poderá levar ao aumento da supervisão regulatória no futuro, alertou Danah Boyd em uma série de palestras no World Wide Web 2010 Conference, ocorrida em Raleigh, Carolina do Norte. O evento terminou na sexta-feira (30/4).

A mensagem é oportuna, tendo em conta as investigações de Senado americano em relação às configurações de privacidade do Facebook e da carta divulgada pelo Canadá e por diversos países da Europa em protesto à falta de privacidade dos aplicativos Buzz e Street View, do Google.

A ideia de Boyd sobre o contexto pode parecer abstrata, mas é vital para compreender como as regras sociais da vida privada devem ser aplicadas ao mundo virtual.

As pessoas usam os serviços públicos de rede social para compartilhar informações pessoais sobre suas vidas com seus amigos. No entanto, ainda não foram definidos os limites para a adequação de reaproveitamento de dados online, argumentou Boyd. Nem os sites de redes sociais, que ela chama de agregadores de informações, entendem completamente os limites.

Limites distintos
Na vida real, as interações de pessoa para pessoa são bem definidas, e nós sabemos quando esses limites foram ultrapassados. Alguém que converse com seu amigo sobre algum assunto delicado se sentiria desrespeitado se ele repetisse a conversa para outros colegas de trabalho, por exemplo.

Segundo a pesquisadora, as questões são muito complicadas. "Porque os comerciantes querem pesquisar sobre os consumidores", disse ela.

 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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