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SAMSUNG BLUE EARTH FALHA NO CARREGAMENTO PELO PAINEL SOLAR

26/04/2010

A associação de um produto com o rótulo de ecologicamente correto é uma das grandes apostas entre as corporações de tecnologia para se diferenciar no mercado competitivo -e o celular Blue Earth não foge dessa premissa.

Apresentado pela Samsung no começo do ano passado, o aparelho é pioneiro na aplicação de um painel solar. Chega agora às lojas brasileiras por meio da operadora Claro.

Divulgação
Impacto do design imponente em degradê azulado, entretanto, diminui quando se coloca o mote ecológico em teste
Impacto do design imponente em degradê azulado, entretanto, diminui quando se coloca o mote ecológico em teste

O conceito verde vem desde a caixa e o manual, ambos feitos com papel reaproveitado. O Blue Earth é feito com plástico reciclado chamado PCM, que é extraído de garrafas PET. Ele também é livre de substâncias tóxicas, como o berílio.

Tela brilhante, duração de energia e Bluetooth podem ser ajustados para uso econômico, e a redução de consumo da energia chega a 20%, segundo a empresa.

O impacto do design imponente em degradê azulado, entretanto, diminui quando se coloca o mote ecológico em teste. Não houve carregamento da bateria do aparelho com o painel solar posicionado diretamente no sol, em dois dias distintos durante uma hora, nos testes efetuados pela Folha.

Segundo a companhia, uma hora de carregamento solar proporcionaria entre cinco e dez minutos de ligações.

A Samsung informa no manual que se trata do carregamento secundário do aparelho --a energia elétrica é a fonte primária para a bateria.

Procurada pela Folha, a Samsung informou que é necessário ter um mínimo de energia na bateria para que a captação de energia funcione -a informação não consta no manual do aparelho. "Em nenhum momento, o carregamento elétrico é substituído pelo carregador solar. O celular precisa, ao menos, ligar para carregar", orienta o gerente de produto Raphael Rocha.

Ele diz que a empresa vai revisar o manual a fim de inserir essa informação.

A navegação do aparelho é feita na tela sensível ao toque de três polegadas, e funciona bem. A distribuição dos widgets é otimizada -ficam armazenados na tela principal, em uma aba na lateral esquerda do aparelho, que é vista conforme o toque do usuário.

Um passatempo divertido é a função de passos ecológicos. Quando ativada, "sente" e calcula o número de passos dados pelo usuário e dá os números equivalentes a calorias gastas e à redução de emissão de dióxido de carbono (e quantas árvores serão poupadas com a caminhada). O recurso funciona apenas quando o aparelho está próxima ao corpo --na bolsa, por exemplo, não fica operante.

Com tecnologia GSM, conexão 3G, Wi-Fi e câmera de 3 Mpixels, o Blue Earth tem preço sugerido de R$ 949.
 
 
 
Fonte: Folha

 
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