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FALHA DO IE DIVULGADA NA WEB PODE LEVAR A SÉRIE DE ATAQUES

12/03/2010

O código de vulnerabilidade de uma  falha ainda não corrigida nas versões 6,  7 e 8 do navegador Internet Explorer foi publicado na web na quarta-feira (10/3) na internet, um passo que será o precursor de uma série de ataques,  afirmam especialistas de segurança.

O pesquisador israelense Moshe Ben Abu utilizou uma pista em um post no blog da McAfee para analisar a vulnerabilidade e criar um módulo funcional de ataque para o popular framework de código aberto para invasões Metasploit.

?Foi bem fácil?, afirmou Abu em uma resposta por e-mail, se referindo ao tempo que levou para criar o módulo Metasploit a partir do código encontrado. ?Foram apenas alguns minutos.?

A vulnerabilidade de Abu foi adicionada à árvore do Metasploit na quarta-feira depois de uma revisão da equipe de desenvolvimento, confirmou o criador do framework e chefe de segurança da companhia Rapid7, HD Moore. Segundo ele, Abu já contribuiu com dez módulos de vulnerabilidade nos últimos três anos.

Aviso
A Microsoft alertou aos usuários sobre a falha no IE6, no IE7 e no IE8 na terça-feira (9/3), quando
lançou um relatório de segurança, típico primeiro passo para lançar uma correção quando ataques ou vulnerabilidades são de conhecimento público.

Na quarta-feira, as companhias de antivírus já registravam que crackers estavam se aproveitando da falha para lançar ataques ?drive-by? de sites maliciosos, incluindo um que hospedava o código encontrado por Abu.

Abu afirmou que o ataque funciona em computadores atualizados com o Windows Vista SP2 e IE7, além de máquinas com Windows XP SP3 e IE6, IE7 ou IE8. Mas o código do ataque não é a prova de usuários: ele funciona entre 60% e 75% das vezes, disse Abu.

Moore afirmou que o número está no extremo inferior da escala de Abu. ?O ataque não é confiável, já que ela compartilha traços de outras falhas como as dos ataques ?Aurora??, afirmou ele, se referindo à falha no IE6 utilizada para invadir a rede corporativa do Google.

?Baseado nos nossos testes, vemos que o ataque funciona melhor contra o Windows XP SP3 com IE7, com taxas de 60% de sucesso. As outras plataformas são menos confiáveis agora, mas isso é apenas uma questão de ajuste de parâmetros para cada alvo.?
 
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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