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REVIEW: PLACA-MÃE ASUS P7H55D-EVO (CLARKDALE + H55)

18/02/2010 01:00:00

Na época do lançamento do processador Intel Core i3/i5 Clarkdale, tive a oportunidade de testar a placa-mãe Asus P7H57D-EVO, mais voltada para entusiastas de gamers que procuram uma placa Full-ATX completa  e cheia de recursos. Mas para aqueles que preferem algo no padrão ATX-mini e que não esperam ter mais do que uma placa de vídeo espetada, a empresa também oferece a P7H55D-M EVO .

Baseado no chip set Intel H55 Express (o mesmo da placa-mãe Intel DH55TC ?Tom Cove?"), o P7H55D adota o novo padrão visual que a Asus chama de Extreme Design, com sua base com verniz na cor marrom escuro e detalhes em azul.

Assim como sua irmã maior, trata-se de uma placa bem construída com seus capacitores de estado sólido  e controlador de energia de 8 fases + 3 e com seus diversos componentes dispostos de maneira lógica, ou seja, nada de entrada de conector da fonte no meio da placa ou conector USB atrás do soquete do processador. Tudo simples e prático.

Mas apesar da aparente simplicidade do seu layout trata-se de uma placa bastante rica em recursos, começando pela presença das novas interfaces USB 3.0 (x2) e SATA 600 (x2) e barramento de memória dual channel para até quatro slots para pentes de memória DDR3 16 GB, DDR3 1.066, 1.333 e 2.133 MHz (com overclock) com capacidade de até 16 GB.

Note a presença do botão MemOK! que analisa e reconfigura os parâmetros da memória automaticamente:

As interfaces de disco se concentram no canto inferior esquerdo da placa, com seus quatro conectores SATA 30o à direita e duas novas portas SATA 600 à esquerda. Para aqueles que estão pensando em fazer um upgrade na sua máquina a boa notícia é que a P7H55D ainda vem com uma porta EIDE para ligar uma unidade de disco óptico ou mesmo um disco rígido mais velhinho.

Falando ainda sobre dispositivos legados, logo atrás das portas SATA 600, ainda encontramos uma porta serial (COM 1) ao lado dos conectores com o painel frontal.

Na lateral esquerda ainda temos conexões para quatro portas USB 2.0 e uma Firewire:

Devido ao menor espaço disponível, o número de slots para placas de expansão se manteve realmente no mínimo necessário: uma PCI, duas PCIe x1 e outra PCIe x16 2.0.

Finalmente no seu painel traseiro um sortimento completo de interfaces novas e legadas: a partir da direita uma porta PS/2, duas USB 2.0, S/PDIF óptico out, HDMI, SVGA, DVI, mais duas USB 2.0, Firewire, e-SATA, rede Gigabit Ethernet, duas USB 3.0 (uia!) e saída de som HD de oito canais. Nada mal, mas ainda prefiria duas portas PS/2.

Sob testes:

.Para termos alguma base de referência, realizamos esses testes com os mesmos componentes utilizados na placa-mãe P7H57D-EVO, ou seja, utilizamos o processador Intel Core i5 661, 8 GB de SDRAM DDR3 1333 distribuídos em quatro pentes Kingston KVR1333D3N9/2G de 2 GB cada e um disco rígido Seagate Barracuda XT ST32000641AS de 2 TB. O sistema operacional utilizado foi o Windows 7 Ultimate de 32 bits.

Assim não era de se esperar alguma diferença no CPU-Z 1.52.2 ?

? assim como no GPU-Z 0.3.8:

O que também resultou praticamente no mesmo resultado no Índice de Experiência do Windows 7.

Pouquíssima variação nos testes de criar conteúdo HD com o HDxPRT.

Em outros testes, o Clarkdale bateu 205 pontos no Sysmark 2007 Preview 1.05 7.549 pontos no PCMark Vantage e 5.417 pontos no 3DMark Vantage (modo Entry) e 487 pontos no modo Performance. No AutoGK 2.45, o sistema levou apenas 53m34s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de um arquivo de vídeo)  feito com o DVDFlick 1.3.0.6 foi de 2h23m20s utilizando um thread e 1h55m01s com quatro threads.

Para avaliar o desempenho do processador rodamos o CINEBENCH R10 e os resultados foram os seguintes:

Rendering (Single   CPU): 3.873 CB-CPU
Rendering (Multiple CPU): 8.814 CB-CPU
Multiprocessor Speedup: 2,28
Shading (OpenGL Standard): 2.588 CB-GFX

O Super-Pi do David Lopes:

E segundo o EEcoMark 1.0.0 384 (sem considerar o uso do monitor) nosso sistema consumiu em média 66,64 watts em idle, 4,16 watts no modo sleep e 2,3 watts em off, segundo o Energy Star V4.


Para se ter um cenário de uso mais real, eu peguei meu medidor de energia e monitorei o sistema rodando o PCMark 2005. Na média ela consumiu em média de 72,5 watts com picos de 110,9 watts.


Na minha opinião, a ASUS P7H55DM EVO está mais para um mini-P7H57D EVO do que um concorrente direto para a Intel DH55TC, e como na análise da sua irmã maior também acho que a P7H55D seja é a melhor opção para os gamers e enstusiastas que preferem uma plataforma mais moderna e com mais recursos ? em especial as novas interfaces USB 3.0 e SATA 600 ? o que de um certo modo pode ser considerado um valor agregado que pode ser até que não tenha muita importância hoje, mas que pode ser no futuro próxim0 quando a oferta de produtos com USB 3.0 aumente. De um certo modo, a DH55TC ainda é uma opção interessante mas só para aqueles que realmente de uma PC de menor consumo e que não esquentam muito a cabeça com upgrades.

Resumo: Placa-mãe P7H55D-M EVO
O que é isso? Placa-mãe de uso geral para entusiastas e gamers.
O que é legal? Praticamente do mesmo desempenho da P7H57D só que num formato menor, mas ?
O que é imoral? ? para isso ela abriu mão do suporte para SLI/Crossfire.
O que mais? Baseada no padrão ATX-mini, ele pode ser usado em gabinetes menores. Já vem com USB 3.0 e SATA 600.
Avaliação: 7,9 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: ainda não divulgado



Fonte: Zumo

 
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