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COMPUTAÇÃO EM NUVEM: 10 TENDÊNCIAS PARA 2010

04/01/2010 01:00:00

A computação em nuvem (cloud computing) começa a ganhar mais espaço no ambiente corporativo, especialmente nas áreas de desenvolvimento, aplicativos menos críticos e serviços. Mas os fornecedores dessa modalidade ainda estão tentando fortalecer a imagem de que a nuvem representa um item essencial aos negócios.

Entre as iniciativas recentes dos fornecedores está o trabalho para criar padrões e melhorar a segurança, bem como adotar preços baseados no uso do software e não no custo por usuário.

Para 2010, há uma tendência de mais empresas aderirem ao cloud computing. E a Computerworld preparou uma lista do que os fornecedores tendem a fazer no próximo ano.

Queda dos preços da nuvem
A Amazon EC2 cortou seus preços em 15% no mês de novembro e uma plataforma pequena baseada em Linux caiu de 10 centavos de dólar para 8,5 centavos de dólar por hora. No mesmo mês, o Google cortou os preços do seu serviço de hospedagem de fotos Picasa: de 20 dólares anuais para 5 dólares anuais.

Os aplicativos baseados na nuvem estão tomando uma rota similar. O pacote de produtividade online para negócios da Microsoft, que inclui as versões SaaS do Exchange, teve uma queda no seu preço mensal por usuário: de 15 dólares para 10 dólares. O Google Apps Premier Edition continua liderando os preços, com o valor de 50 dólares anuais.

O preço da nuvem está caindo tanto que chega a ser ?ridículo?, brincou o chefe executivo da consultora de web Roundarch Inc, Jeff Maling. ?Eles estão abaixando muito o preço para ganhar volume na plataforma?, afirmou Maling.

Transição para modelos de preço mais simples
Conforme os provedores criam mais opções e serviços, a complexidade dos preços aumenta. A Amazon, por exemplo, tem uma calculadora para estimar o custo das transferências de banda larga, balanços de carga e IP elástico.

Em 2010, devemos ver uma proliferação dos modelos ?pague pelo consumo?, nos quais um usuário faz um contrato por um determinado número de horas, que inclui vários serviços, segundo o presidente sênior da consultoria de serviços de Tecnologia da Informação (TI) CSS Corp, Ahmar Abbas.

Vendedores de aplicativos corporativos vão abraçar as medições
Isso pode ser difícil de alcançar em 2010, porque será difícil para os vendedores de aplicações migrarem do licenciamento previsível e modelos tradicionais de receita - como preços por usuário ? para medição. Mas os preços nesse novo modelo, baseado no uso, ajudará companhias como a Accelera Solutions, que oferece um desktop virtual hospedado via nuvem.

 A companhia combina uma variação de ferramentas de software que usam esquemas diferentes de licenciamento e cobra um valor de 25 dólares mensais pelo pacote básico, de acordo com o presidente da empresa, Joe Brown. Ele acredita que os vendedores vão se adaptar.

?Todos eles reconhecem que a nuvem vai gerar negócios?, disse Brown. Analistas da indústria, que estão otimistas sobre a ideia da medição, acreditam que esse modelo integra melhorias na tecnologia para monitoramento de uso, algo que pode chegar ao mercado no próximo ano. Mas, por enquanto, os provedores de nuvem são, em alguns casos, forçados a negociar acordos personalizados.

Provedores de nuvem oferecerão cada vez mais acordos corporativos
Os SLAs (acordos de nível de serviço) de 99,9% e 100%, oferecidos pelos fornecedores de nuvem, são apenas uma questão marketing. Essas garantias não significam que um fornecedor é capaz de supris as necessidades críticas das empresas.




Fonte: Computerworld

 
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