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PAIS DEVEM REDOBRAR ATENÇÃO PARA MANTER SEGUROS FILHOS CONECTADOS

07/12/2009 01:00:00

Talvez segurança seja o motivo de grande parte da resistência dos pais em relação ao uso da internet por seus filhos. O cenário é preocupante: de 14% a 23% das crianças podem ser vítimas de propostas sexuais na internet, segundo dados do Internet Safety Technical Task Force.

Por isso, os especialistas procurados pela Folha concordaram em uma medida: o diálogo entre pais e filhos deve ser constante.

"A criança precisa entender que existem riscos relacionados a navegações desprotegidas ou por sites desconhecidos", diz Fabiano Tricarico, gerente nacional de vendas da Symantec no Brasil.

Essa conversa deve ser feita como são apresentados os perigos do mundo real. "Há gerações ensinamos aos nossos filhos a não falarem com estranhos. O mesmo cuidado deve ser tomado na internet", explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da Winco.

Na conversa, deve ser salientado que informações pessoais não devem ser divulgadas --nome da escola e referências desse tipo devem ser deixadas de lado. Além disso, é importante explicar que, se um vírus infectar a máquina, o computador pode parar de funcionar.

Fora isso, os pais podem usar ferramentas para monitorar o que acontece em sua casa. Além de manter atualizados antivírus e sistema operacional, podem usar programas como os do Software4Parents (www.software4parents.com), que gravam o que ocorre em sites como Facebook, MySpace e nos mensageiros instantâneos.

Também existe a ferramenta de Controle dos Pais e Dados pessoais do UOL (antivirus.uol.com.br), que permite restringir as horas de uso da internet e bloquear palavras-chave e sites específicos. O Terra (www.terra.com.br) oferece um serviço similar.

Contas em redes sociais são outro ponto a ser pensado. Algumas redes permitem que menores de 18 anos entrem e têm algum controle sobre isso, mas não são todas. O MySpace tem uma página com dicas para pais e educadores (bit.ly/dicasmyspace), já o Orkut recomenda que os pais evitem deixar os filhos criarem um perfil na rede.
 
 
 
Fonte: Folha

 
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