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EMPRESAS DE TI SÃO ALVO DE OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

30/11/2009 01:00:00

Nesta sexta-feira (27/11) foi deflagrada operação da Polícia Federal, chamada Caixa de Pandora, em Brasília, com a intenção de coletar provas sobre suposta distribuição de recursos ilegais à base aliada do governo do Distrito Federal.

A ação foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça para que a Polícia Federal fizesse busca e apreensão em residência, local de trabalho ou sede de 16 empresas físicas e jurídicas, com o objetivo de coletar provas sobre suposta distribuição de recursos ilegais à ?base aliada? do governo do Distrito Federal.

De acordo com o STJ, um valor de 400 mil reais teria sido entregue pelo governador José Roberto Arruda para o secretário de relações institucionais do governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, em 21 de outubro de 2008, para que fosse repassado ao chefe da Casa Civil do GDF, José Geraldo Maciel. De lá, o dinheiro seria dissipado em diversos pagamentos menores a pessoas ainda não identificadas. Outros 200 mil reais teriam o mesmo destino.

O STJ afirma que as empresas Infoeducacional, Vertax, Adler e Linknet repassaram as quantias que estão sendo rastreadas pela Polícia Federal. Além das empresas, três pessoas teriam participado do repasse.

José Valente, secretário de Educação do DF, teria recebido  60 mil reais da InfoEducacional, Domingos Lamoglia, membro do Tribunal de Contas do DF, seria um dos operadores do esquema de 2002 e Gilberto Lucena, um dos proprietários da Linknet, teria encaminhado 34 mil reais a Durval, após ter seu crédito reconhecido pelo GDF em um montante de 34 milhões de reais.
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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