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PESQUISA CONSTATA MENOR INCIDÊNCIA DE ATAQUES NO WINDOWS VISTA

05/11/2009 01:00:00

A Microsoft reuniu, com autorização dos usuários, dados de centenas de computadores em todo o mundo. A partir da análise dessas informações foi possível ter uma perspectiva abrangente  sobre a atividade de malwares, os conhecidos códigos maliciosos. Entre as ameaças encontradas em 18 países, Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália e Brasil registraram maiores problemas causados por cavalos de tróia.

Quando comparada a incidência de ataques entre os dois últimos sistemas operacionais da gigante, a taxa de infecção do Windows Vista foi 61,9% menor do que no Windows XP, levando em conta todas as configurações. Além disso, observou-se que quanto maior o nível de service pack, menor a taxa de infecção. O service pack inclui todas as atualizações de segurança lançadas anteriormente à data de emissão. Eles também podem incluir recursos de segurança adicionais, reduções ou alterações para as configurações padrão para proteger os usuários.

O estudo constatou também que versões do Windows Server normalmente exibem, em média, uma menor taxa de infecção do que as demais versões para empresas. Já a principal ameaça detectada em ambientes corporativos foi o worm Conficker, embora não figure na lista das dez principais ameaças detectadas em ambientes domésticos.

Os worms subiram do quinto para o segundo lugar entre os tipos de ataques reportados na comparação do segundo semestre de 2008 com os primeiros seis meses deste ano.  Para avaliar a prevalência de incidências relativa aos tipos de navegadores, a Microsoft analisou uma amostra de dados de clientes, tomando como base submissões de códigos maliciosos e os relatórios de erros do Windows.

Os dados abrangem vários sistemas operacionais e versões do browser, a partir do Windows XP para o Windows Vista. Com relação a ataques em navegadores que rodam no Windows XP, as vulnerabilidades representaram 56,4%. No Windows Vista, essas brechas atingem apenas 15,5% do total.

Mais da metade das vulnerabilidades exploradas no pacote Office foram primeiramente identificadas e corrigidas por atualizações de segurança da Microsoft.  Já em 71,2% dos ataques foram exploradas apenas um tipo de vulnerabilidade para atualizações de segurança (MS06-027) que tinham sido disponívelis para um prazo de três anos. Computadores que tinha essa atualização aplicada estavam protegidos de todos estes ataques.

o estudo Volume 7 do Microsoft Security Intelligence Report fornece uma perspectiva detalhada sobre códigos maliciosos, com base na análise detalhada sobre os últimos anos. Nesta edição, o foco está no primeiro semestre de 2009.
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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