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O SHOW DEVE CONTINUAR

29/10/2009 01:00:00

O atual ambiente de negócios está mais complexo do que nunca. Normas regulatórias do governo e da indústria, desastres naturais e outras ameaças, como pandemias ou terrorismo, fazem com que seja necessário um plano que garanta a continuidade de seus negócios, independente da circunstância.
       
Um exemplo recente foi a possível pandemia causada pelo vírus Influenza A (H1N1), também conhecida como gripe suína. No México, a situação chegou a tal ponto que crianças não iam mais às escolas, o comércio estava fechado e os escritórios funcionaram com o mínimo de pessoal possível, causando um dano à economia do país em cerca de 0,5% do PIB, conforme estimativas de mercado.
       
Para minimizar este efeito negativo, muitas empresas ? tanto no México como em outros países afetados pelo vírus ? colocaram seus planos de continuidade de negócios em prática, estimulando o trabalho remoto. Isto foi viável graças à evolução tecnológica adotada pelas companhias, que permitiu o acesso a distância a sistemas corporativos, inclusive por meio de celulares e outros dispositivos móveis.
       
A tecnologia também foi amplamente utilizada para comunicar, alertar, prevenir e informar a sociedade sobre a enfermidade. Para se ter uma ideia, no ápice do alerta do Influenza A, 6% das mensagens das mídias sociais Twitter e Facebook trataram a questão da possível pandemia. Também foi possível acompanhar, pela Internet, o registro de casos confirmados e suspeitos em diversos países.
       
Como mencionado anteriormente, pandemia é apenas um dos vários tipos de eventos que podem afetar a continuidade dos negócios nas organizações. Outros acontecimentos podem ter um impacto ainda maior e, por isso, ter um plano de contingência é crítico para evitar a diminuição dos negócios e do desempenho do data center, que gera perda de receita, redução da produtividade e insatisfação dos clientes.
       
Ter um bom plano de contingência pode fazer a diferença para a continuidade e a longevidade de seus negócios. É preciso estar preparado, levando em consideração o quão benéficos serão para os negócios, no caso de um desastre, aspectos como: recuperação rápida e confiável de dados; previsibilidade de disponibilidade; redundância de servidores; ferramentas automatizadas para diagnosticar, solucionar e reparar falhas; manutenção e gerenciamento simplificado.
       
É claro que desenvolver, implementar e testar um plano de recuperação de desastres e continuidade de negócios exige dedicação, comprometimento, conhecimento e recursos apropriados. Alinhar os objetivos de negócios com potenciais riscos, justificando investimentos e identificando soluções que funcionam para a empresa, podem ser tarefas desafiadoras e que consomem muito tempo. Mas, é preciso estabelecer esta estratégia, afinal, o show deve continuar.
 
 
 
Fonte: Pcmag

 
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