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ESTUDO DOS EUA AVALIA ACESSO ABERTO A REDES

16/10/2009

Estudo dos EUA avalia acesso aberto a redes
 
Políticas de ?acesso aberto? a redes ajudaram outras nações industrializadas de ponta a desenvolver mercados de banda larga mais competitivos por meio da redução de barreiras de entrada, segundo um estudo encomendado pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, a FCC.

O estudo examina planos globais e práticas de banda larga e chega no momento em que a agência está preparando um plano para aumentar o uso de banda larga em áreas urbanas e rurais dos Estados Unidos.

A FCC liberou um rascunho do documento na quarta-feira e fez uma chamada por comentários públicos sobre os resultados.

O estudo diz que em países em que ?um agente regulador engajado garantiu obrigações de acesso aberto, competidores usando esses recursos representaram um importante catalisador para o desenvolvimento de competição robusta?.

O estudo de 232 páginas feito pelo Berkman Center for Internet and Society, da Universidade de Harvard, acrescenta que, na maioria dos casos, a competição contribuiu para um forte desempenho em banda larga.

?Os menores preços e as maiores velocidades são quase sempre oferecidos por empresas em mercados em que, além da companhia entrante de telefone e cabo, há também competidores que entraram o mercado, e construíram sua presença, por meio do uso de recursos de acesso livre?, disse o estudo.

A pesquisa diz que o acesso livre foi amplamente tratado como assunto encerrado em debates de políticas nos Estados Unidos desde que uma série de decisões da FCC em 2001 e 2002 se afastaram deste tipo de regulação para a banda larga.

Ainda entre as conclusões, o estudo diz que, como os Estados Unidos, diversos países planejam usar fundos de estímulo econômico para dar suporte à implementação de redes de alta capacidade.

Uma força-tarefa da FCC disse que estima preliminarmente que investimentos na casa de 20 bilhões de dólares a 350 bilhões de dólares podem ser necessários para infra-estrutura sem fio e terrestre, dependendo da velocidade do serviço. A faixa engloba da menor velocidade possível à velocidades premium.

Segundo a FCC, a maioria dos norte-americanos tem serviço de internet em casa, um terço tem acesso a banda larga, mas não assinam, e outros 4% não têm acesso.
 
 
 
Fonte: Info

 
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