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ESTARIA O IPOD CHEGANDO AO SEU LIMITE DE CRESCIMENTO?

16/09/2009

Com o burburinho causado pelo sucesso dos novos iPods, Mark Mulligan, da Forrester Research, e Charles Arthur, editor de tecnologia do The Guardian, resolveram analisar os números da base de aparelhos vendidos pela Apple. O resultado foi bastante interessante.

Projeção sobre a base instalada de iPods

De acordo com a Apple, a base atual é de 217 milhões de unidades, sem contar outros 25,6 milhões de iPhones (30 milhões já, segundo Steve Jobs disse na keynote da semana passada). No entanto, quantos deles representam novas aquisições e quantos são apenas trocas para substituir aparelhos antigos ou quebrados?

Em seus cálculos, Mulligan encontrou perspectivas diferenciadas para cada cenário. Caso os iPods estiverem sendo substituídos a cada dois anos, a base real é de aproximadamente 108 milhões de aparelhos. Num ciclo de 18 meses (ou 3 anos), os números apresentam, respectivamente, 75 e 158 milhões de unidades.

Um fato curioso é que todas as análises demonstraram que estaria acontecendo uma mudança na dinâmica das vendas do iPod e, por ocupar a liderança nas vendas de tocadores portáteis, qualquer alteração brusca poderá afetar a venda de músicas em formato digital.

É fato que o universo de potenciais novos compradores está diminuindo, à medida que as vendas do aparelho chegam a um platô, fase enfrentada por todo produto inserido em um mercado, pois se limita ao número de pessoas que aderem à tecnologia.

Outro fator para essa transformação é o crescimento da presença dos smartphones ? incluindo aqui o próprio iPhone ?, que estariam canibalizando os tocadores de MP3 por serem mais poderosos, oferecerem mais recursos e ainda reproduzir músicas.

No entanto, enquanto outros acreditam que o iPod estaria dando os primeiros sinais de estagnação, a Apple começa a reconceituá-los aos poucos. Se o nano a partir de agora pode ser visto como uma filmadora ambulante (abraçando a crescente demanda por vídeos), o touch ocupa o lugar de uma plataforma de jogos (segmento que nunca foi o ponto forte da plataforma Mac).

Se o fim da vida do produto está próximo, em Cupertino ele está apenas mais perto do recomeço!
 
 
 
Fonte: MacMAgazine

 
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