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CONEXÃO À INTERNET AMPLIA AS FUNÇÕES DOS VIDEOGAMES

24/08/2009

Possuir um videogame e não conectá-lo à internet significa perder boa parte da diversão, ao menos quando se trata da geração atual de consoles, formada por Xbox 360, PlayStation 3 e Wii.

Para jogar on-line, conversar com amigos, compartilhar conteúdo ou mesmo baixar filmes, as redes on-line dos aparelhos têm funções para todos os gostos e idades.

Reprodução
Cenário da PlayStation Home, uma comunidade virtual 3D que faz lembrar o Second Life
Cenário da PlayStation Home, comunidade virtual 3D que remete ao Second Life

Com 17 milhões de usuários, a Xbox Live é o serviço com maior número de recursos entre os videogames. Há bate-papo por voz e vídeo, lista de amigos, integração ao Messenger, aluguel de filmes via Netflix e por aí vai. Pioneira, foi a rede on-line que deu início ao sistema de conquistas nos games, que dá pontos aos jogadores de acordo com seus feitos.

Estão programadas, ainda, atualizações que permitirão aos usuários da Live acessar redes sociais como Facebook, Last.fm e Twitter. O Games on Demand, outro recurso da rede, venderá via download games elaborados, como Assassin´s Creed e BioShock.

Tudo isso, no entanto, tem um preço: embora a Microsoft ofereça um plano gratuito com alguns recursos, apenas quem paga pela assinatura Gold, que custa US$ 50 por ano, tem acesso à versão completa da Live.

Por outro lado, a concorrente PlayStation Network é gratuita, o que ajuda a explicar a adesão atual de 25 milhões de membros, todos bem servidos com funções de comunicação, multijogador e troféus --o sistema de conquistas do console.

O maior diferencial da rede da Sony, no entanto, é a PlayStation Home, uma comunidade virtual 3D que faz lembrar o Second Life, já que o jogador encarna um avatar e pode passear por diversos ambientes temáticos e até mesmo possuir um apartamento virtual.

Embora seja gratuita, certos itens diferentes, como roupas ou móveis, são pagos. Mas, mesmo se não quiser colocar a mão no bolso, o usuário pode se divertir conversando com outras pessoas nos espaços públicos ou jogando minigames em lugares temáticos.

O problema é que, fora isso, não há muito mais o que fazer e, para completar, a Home abocanha um bom pedaço do disco rígido do console e exige downloads para cada nova área disponibilizada. Isso talvez ajude a explicar porque apenas 7 milhões dos proprietários do PS3 experimentaram a Home.
 
Wii na rabeira
 

Já a Nintendo preferiu dar à porção on-line do Wii um enfoque maior no download de jogos (até clássicos da empresa), partidas on-line e canais de informação. A exemplo da rede do PlayStation 3, não é necessário pagar pelo serviço.

Pouco ousada, a rede se resume a oferecer canais de notícias e previsão do tempo. Além disso, há áreas mais descontraídas, como Everybody Votes, com pesquisas sobre temas variados, e Check Mii Out, que traz concursos de popularidade dos avatares do videogame.

Ainda em 2009, a Nintendo planeja lançar um canal de vídeos no Japão com conteúdo voltado para as famílias. No futuro, a iniciativa deve chegar ao Ocidente.
 
 
 
Fonte: Folha

 
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