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POWER.COM PROCESSA FACEBOOK POR MONOPOLIZAR MERCADO DE REDES SOCIAIS

13/07/2009

O agregador de redes sociais Power.com entrou com um processo contra o Facebook na sexta-feira (10/7). O site alega que o Facebook proíbe seus usuários de acessar o conteúdo publicado na rede social por meio do serviço da Power.com e acusa o Facebook de tentar monopolizar o mercado de redes sociais.

A Power.com quer provar na justiça que o usuário possui completo e total direito de controlar o conteúdo que colocou na web e protege-lo de outros usuários ou qualquer entidade.

A Power.com é uma empresa brasileira que abriu suas operações nos Estados Unidos em dezembro de 2008. A ideia do serviço é criar um portal onde as pessoas podem incluir, de uma só vez, dados em redes sociais com MySpace, Twitter, LinkedIn, Hi5 e Orkut, reunindo suas atualizações em todas as redes, bem como as de seus contatos.

Depois de ter sido processada pelo Facebook, em janeiro, a Power.com teve o acesso bloqueado à rede social norte-americana.

Segundo o jornal The New York Times, a Power.com afirma ter registrado 250 mil visitantes no mês passado nos EUA, embora dados da consultoria que mede o tráfego de sites Compete apontem que foram apenas 14 mil visitas em junho.

No processo, a Power.com argumenta que o Facebook está oprimindo a competição ao restringir seus usuários e bloquear o acesso pelo agregador. Para eles, o Facebook construiu bilhões de dólares em valor de mercado causando danos irreparáveis aos usuários, aos negócios da Power e a muitas outras companhias que sofreram ameaças similares. A lista de acusações ainda inclui competição desleal, contenção de comércio e monopólio.

Em comunicado, o Facebook disse que já fez muitas tentativas de trabalhar com a Power.com, mas o site continuava a colocar os dados de seus usuários em risco, pois se recusava a seguir as regras estabelecidas para proteger a privacidade de segurança dos usuários. O Facebook também citou o serviço Facebook Connect, que permite compartilhamento de dados com outros sites e, com ele, as acusações da Power.com perdem o mérito.
 
Fonte: IdGNow

 
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