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UE NOTIFICA LG DISPLAY E PHILIPS POR FORMAÇÃO DE CARTEL EM VENDA DE PAINÉIS LCD

13/07/2009

As empresas LG Display e Philips receberam uma folha de acusações da Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), devido à possível formação de cartel no fornecimento de painéis LCD para monitores planos, segundo um comunicado divulgado nesta segunda-feira (13).

A Philips divulgou que recebeu o documento em 28 de maio e "só como antigo acionista" da LG Display, disse um porta-voz da multinacional holandesa.

Lee Jae-Won -9.jan.09/Reuters
TV LCD da LG no Japão; UE acusa LG Display e Philips por monopólio de telas
TV LCD da LG no Japão; UE acusa LG Display e Philips por monopólio de telas

Ele informou que, em 11 de março, a empresa concluiu o processo de venda de sua participação na LG Display, e que por isso não faz mais parte do conjunto de acionistas dessa companhia.

O porta-voz ressaltou que a folha de acusações da CE "não alega que a Philips estivesse diretamente envolvida" na suposta infração às normas antimonopólio.

A Philips divulgou hoje a recepção da folha de acusações no relatório sobre seus resultados financeiros trimestrais e, pouco depois, a Comissão Europeia confirmou o envio do documento a várias companhias, mas sem especificar quais eram elas.

O comunicado de Philips afirma que o documento comunitário indica que a companhia seria "responsável" conjuntamente pela conduta anticompetitiva da LG Display, mas a empresa holandesa se oporá "firmemente a essa alegação".

Os painéis LCD são o principal componente dos monitores planos usados em uma grande quantidade de produtos eletrônicos, como televisões, computadores, videogames, câmeras digitais, tocadores de MP3 ou telefones celulares.

As folhas de acusações são um passo formal nas investigações antimonopólio da Comissão, e não implica a culpabilidade das companhias às quais se dirige.

Após receberem o documento, as empresas têm um prazo para apresentar por escrito alegações de defesa. As companhias também podem solicitar uma audiência oral.
 
 
Fonte: Folha

 
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