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CONDIÇÃO DA REDE ELÉTRICA PODE INTERFERIR EM OFERTA DE INTERNET

08/07/2009

O bom funcionamento da banda larga pela rede elétrica no Brasil dependerá da integridade da estrutura elétrica da residência do usuário, segundo o presidente da Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrappit), Ricardo Sanchez, nesta terça-feira (7/7).


A internet pela rede elétrica é viável por meio da tecnologia Power Line Communications (PLC). Até o fim deste mês, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve aprovar a resolução que permite a oferta. Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o regulamento da PLC.

"Se você sabe que seu reator não está funcionando bem, sua conexão pode ter ruído?, aponta o executivo. Esta possibilidade remete a problemas com os quais a maioria das pessoas estão acostumadas - como ligar o liquidificador e a imagem da TV perder a nitidez.

Estes ?ruídos? prejudicam a passagem de dados nas conexões, cuja velocidade média fica entre 50 Megabits por segundo (Mbps) e 100 Mbps. ?Depende das condições de instalação. Os chips usados para isso trabalham com até 200 Mbps?, diz Sanchez. Em testes da AES Telecom, da Eletropaulo, contudo, a velocidade máxima foi de 10 Mbps. ?De modo geral, serão avaliadas as condições da estrutura antes de quaisquer providências?, aponta Sanchez.

A novidade oferecerá muitas oportunidades, principalmente a pequenos provedores por meio de "serviços de valor adicionado, como servidores e antivírus", acrescenta o presidente da Abrappit.

Para viabilizar a ´web pela tomada´, é preciso plugar modems que levam o sinal da rede elétrica para o computador do usuário. Por enquanto, já foram homologados modelos PLC das fabricantes Panasonic, Sony, HyperTrace e Motorola.
 
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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