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LINUX, A PEDRA NO SAPATO DO GOOGLE CHROME

07/07/2009



O desenvolvimento do navegador Chrome para Linux vem se arrastando há meses. A culpa, segundo o Google, é do sistema operacional do pinguim.

Antes de mais nada, vale dizer que o pessoal de Mountain View adora o Linux. Há inúmeros esforços da empresa com o objetivo de levar seus aplicativos para as várias distribuições existentes. Já é possível rodar em várias delas gadgets feitos para o Google Desktop, o Picasa, o Google Earth... Fora os inúmeros esforços da empresa na área de código aberto: o Google Code, o Android e o Google Wave, por exemplo. Quem começa a trabalhar nos escritórios de Larry Page e Sergey Brin também pode escolher entre um computador com Windows, Mac OS ou uma versão modificada do Ubuntu.

Acontece que a enorme variedade de distribuições do Linux está emperrando a vida do Chrome. Por quê? Porque até agora não foi possível implementar o sandbox, um sistema que garante um nível maior segurança para o browser. É como uma caixa de contenção: se há uma falha de segurança, o sandbox garante que ela não ultrapasse os limites do navegador. Quem diria, hein? Justo no Linux, que se gaba de ser o mais seguro de todos os sistemas operacionais do planeta.

Em post publicado no início do mês passado no blog do Chromium, Jeremy Moskovich, engenheiro de software do Google, afirmou, com todas as letras: ?O Linux tem um monte de diferentes mecanismos de sandboxing disponíveis. As várias distribuições do Linux vêm com APIs distintas de sandboxing (ou com nenhuma), e encontrar um mecanismo que vá com certeza funcionar nas máquinas dos usuários finais é um desafio.? No Mac, segundo Moskovich, as coisas são bem mais fáceis.

O fato é que, por enquanto, o Chrome para Linux e Mac encontra-se em versão pré-alfa. E, segundo o Google, ninguém deve baixá-las, a não ser os programadores. Enquanto isso, no Windows, o navegador já está nas versões 2.0 (oficial) e 3.0 (para desenvolvedores). Por essa nem o Bill Gates esperava.
 
 
 
Fonte: Info Online

 
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