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TELEFÔNICA CONFIRMA NOVA INSTABILIDADE NO SPEEDY

03/07/2009

A assessoria de imprensa da Telefônica confirmou, na tarde desta quinta-feira (02/07), que a operadora detectou novas instabilidades em parte da infraestrutura da rede de suporte do serviço de banda larga Speedy.

Nesta quinta-feira (02/07), os usuários do Speedy enfrentam mais problemas na conexão. O serviço de banda larga teve suas vendas suspensas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) à meia-noite do dia 23/06 devido às inúmeras panes apresentadas no último ano.

No comunicado enviado à imprensa na tarde desta quinta-feira (02/07), a Telefônica diz já ter mobilizado equipes técnicas para solucionar as dificuldades de navegação dos usuários no menor prazo possível. O Speedy possui 2,6 milhões de clientes no Estado de São Paulo.

A assessoria de imprensa da Anatel informou à reportagem de COMPUTERWORLD que a agência está ciente dos problemas e está "averiguando os motivos das falhas" que o Speedy apresentou nesta quinta-feira.

A Telefônica Speedy divulgou, na última sexta-feira (26/6), um
plano de 70 milhões de reais para melhorar o serviço de banda larga, como parte das exigências da Anatel para que ela possa retomar as vendas da oferta.

Histórico
A mais séria das falhas do serviço aconteceu em julho de 2008, quando os
clientes da empresa ficaram por 36 horas sem o Speedy. Na ocasião, um problema no roteador, equipamento que faz o controle do tráfego da internet, em Sorocaba, interior de SP, foi apontado pela empresa como o responsável pela pane.

Em abril, o serviço de banda larga da Telefônica ficou instável por quase uma semana. A empresa apontou ataque de crackers como o motivo para a instabilidade do Speedy.

No começo de junho de 2009, foi a vez da telefonia fixa enfrentar problemas, deixando mudos telefones de várias regiões do Estado de São Paulo por 14 horas. Desta vez, a Telefônica culpou um prestador de serviço, que cometeu uma falha humana, de acordo com comunicado distribuído pela operadora.

Uma reportagem de COMPUTERWORLD, que ouviu especialistas e ex-funcionários do alto escalão da operadora, aponta que a excessiva terceirização de serviços e a falta de investimentos estão na raiz dos problemas enfrentados pela companhia.

Em junho, nova instabilidade afetou os usuários do Speedy. A Telefônica disse que os problemas eram localizados e não afetavam vários clientes do serviço.
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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