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PREÇO DAS CÂMERAS DE ALTA DEFINIÇÃO DIMINUI NO BRASIL

22/06/2009

Na semana passada, a Panasonic lançou três modelos de câmera portátil que capturam imagens em alta definição completa --o mais barato, o TM20, sai por R$ 3.499.

Em abril, a Sony, com a HDR-XR100 (R$ 3.799), e a Samsung, com a HMX-R10 (R$ 1.999), já tinham lançado novos modelos de filmadoras que registram filmes em alta definição. As empresas lançaram outros equipamentos além dos citados.

Reprodução
Câmera Sony HDR-XR100, lançada em abril; preços dos equipamentos baixam, mas ainda assim, modelo é encontrado pelo valor de R$ 3.799
Câmera Sony HDR-XR100, lançada em abril; preços dos equipamentos baixam, e modelo é encontrado por R$ 3.799

Em outubro de 2007, a Folha testou uma das primeiras portáteis vendidas no Brasil para usuário final com a capacidade. A Everio GZ-HD7, da JVC, tinha preço de R$ 8.999.

Edição

As câmeras estão mais baratas, é verdade, mas quem for editar filmes nessa qualidade vai precisar de um computador poderoso em vários aspectos: memória, disco rígido, processador e placa de vídeo.

Tome como base a recomendação da Pinnacle para usar seu programa Studio Ultimate 12, que faz a edição de arquivos em alta resolução.

Para editar arquivos em AVCHD, um formato de captura e reprodução de alta definição, estão entre os requisitos mínimos 2 Gbytes de memória, processador Intel Core 2 Quad, placa de vídeo com ao menos 256 Mbytes e espaço em disco de 3 Gbytes.

Claro que outros softwares exigem menos --é o caso do PowerDirector 7. Porém micros modestos vão demandar mais tempo para executar boa parte das tarefas.

Isso para não falar do monitor. São poucos os modelos compatíveis com alta definição completa no mercado brasileiro. A LG, por exemplo, lançou seus primeiros aparelhos fininhos com a característica apenas em março deste ano.
 
 
 
Fonte: Folha

 
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