Página Inicial



twitter

Facebook

  Notícia
|

 

CÓDIGO DE BARRAS JÁ ERA

15/06/2009

Em março último, estive na Alemanha para cobrir a CeBit 2009 e fiquei bem impressionado no aeroporto de Frankfurt ao ver a rapidez do embarque na companhia aérea pela qual eu estava viajando, a alemã Lufthansa. O segredo estava nos bilhetes, que continham o tão falado QR-Code, uma espécie de código de barras bidimensional mais amplo e mais completo.

No mundo dos smartphones, o QR-Code já está virando febre. Ele permite a inserção de links para o aparelho se conectar a algum site, inclusive para download direto de conteúdo. Funciona assim: você está passando na rua, vê um um outdoor com QR-Code, fotografa a imagem de dentro do carro através de seu smartphone, que reconhece o código e se conecta a algum site, que pode ter uma promoção específica para esse tipo de usuário. As possibilidades são inúmeras. Tem gerente de marketing surtando com tantas opções que podem ser usadas em campanhas de publicidade.


Quem já está usando
Um código de barras convencional permite incluir 13 dígitos numéricos, enquanto o QR-Code tem espaço para nada menos do que 7.089 dígitos alfa-numéricos, ou seja, ele armazena também letras.

Em São Paulo, quem compra ingressos para as sessões de cinema da rede Cinemark já encontra o QR-Code nos ingressos, que são lidos pelas catracas dos próprios cinemas. Na Alemanha e na Áustria, é comum encontrar nas ruas outdoors e pôsteres com QR-Code, que são fotografados por clientes e levados através do smartphone para promoções via internet.

?A vantagem do QR-Code é o fator surpresa. Ele tem um Q de mistério, o usuário não tem a menor de idéia do que vai encontrar lá, mas vai fazer de tudo para descobrir?, defendeu Rodrigo Braga, diretor executivo da Peopleway, agência brasileira de interatividade digital que está investindo pesado no mobile marketing através do QR-Code.


Como coloco no meu aparelho?
Não é qualquer smartphone que consegue ler um QR-Code. Primeiro, o aparelho precisa ter uma câmera. Depois, precisa ter um aplicativo, geralmente gratuito, que consiga ?interpretar? a foto e decifrar o código.

Quem tem iPhone 3G, por exemplo, basta baixar o programa 2D Sense, na própria App Store. Quem tem um iPhone pré-3G pode baixar alguns arquivos ?hackeadores? disponíveis na web, mas a própria Apple desaconselha a prática. Como já tivemos notícias de problemas causados por esses aplicativos, nem vamos citá-los aqui.

Os proprietários do N95, da Nokia, podem baixar o Quickmark, enquanto os donos de um BlackBerry Bold, só precisam instalar o Beetagg. Quem tem um HTC, tem duas opções: iNigma (para quem tem o Diamond, com Windows Mobile) e Barcode Scanner (para quem tem um G1, com Android).
 
 
 
Fonte: PcMag

 
Indique esta notícia Indique esta notícia para um amigo

Início Notícias  | Voltar