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PANE NA BANDA LARGA: BRASILEIRO É VÍTIMA DA FALTA DE CONCORRÊNCIA

21/05/2009

Esta semana, o serviço Speedy, da Telefônica*, voltou a apresentar instabilidades deixando usuários do Estado de São Paulo sem acesso à internet pela terceira vez em menos de um ano. O volume de acessos em banda larga pela tecnologia ADSL, entretanto, mantém um crescimento bastante estável.

Somente a Telefônica observou um crescimento de 100 mil usuários na base de assinantes do Speedy entre dezembro de 2008 (2,55 milhões) e março deste ano (2,65 milhões).


Em São Paulo ? Estado que concentra 39,7% das conexões de banda larga do Brasil ? o ADSL da Telefônica registrou 66,1% de participação, e o acesso a cabo ficou com 33,8% em dezembro de 2008, segundo a consultoria International Data Corporation (IDC) Brasil.

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No País, as conexões via ADSL cresceram de 5,93 milhões, no primeiro trimestre de 2008, para 7,25 milhões, no primeiro trimestre de 2009. No mesmo período, o volume de conexões via cabo saltou de 1,94 milhão para 2,75 milhões.

Falta de opção
Apesar da expansão do acesso em
banda larga 3G, no último ano, o serviço que conquistou 4,6 milhões de usuários, segundo o Teleco, também coleciona reclamações por conta da instabilidade. ?Ele ainda é uma opção complementar para quem já possui banda larga fixa?, observa Paulo Bruder, analista de telecom da IDC Brasil.

?Hoje temos duas opções no mercado [acesso a cabo e ADSL] e as duas têm problemas?, observa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

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A tecnologia ADSL continua conquistando usuários porque chega até eles. ?A grande vantagem é a capilaridade? aponta Bruder. Por utilizar a mesma infraestrutura de telefonia, o ADSL requer, basicamente, que os equipamentos da central telefônica mais próxima sejam adaptados para o acesso à internet.
 
 
 
 
Fonte: IdGNow

 
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