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NOVO WINDOWS 10X TEM PROBLEMAS DE COMPATIBILIDADE COM APPS ATUAIS, DIZ SITE

5/18/2020

Ainda em desenvolvimento pela Microsoft, o Windows 10X não deve chegar aos computadores tão cedo. Criado originalmente para dispositivos portáteis com duas telas, o sistema foi reposicionado para computadores tradicionais. Mas, segundo o site Windows Latest, um importante fator do sistema operacional – a compatibilidade com os milhões de apps já existentes – tem apresentado problemas.

De acordo com a publicação, alguns aplicativos feitos para versões do Windows desde o 95 – utilizando a interface de programação (API) conhecida como Win32 – apresentam problemas de desempenho e compatibilidade com as versões de desenvolvimento do novo Windows.

Entre os problemas encontrados estariam o funcionamento de apps que utilizam ícones na área do relógio, programas que modificam o Explorador de arquivos, personalizações de teclado e mouse, além de aplicativos que enviam notificações de sistema enquanto estão minimizados.

Três tipos de programas
Uma das principais novidades do Windows 10X é como o sistema trata aplicativos feitos para versões antigas. No caso dos aplicativos com a API Win32, o Windows 10X os executa em um ambiente isolado único para todos os programas “legados”, batizado de contêiner, sem o mesmo nível de acesso ao sistema como acontece desde o Windows 95.

Ao mesmo tempo em que essa separação aumenta a segurança e estabilidade do computador, a mudança pode apresentar problemas de compatibilidade, especialmente com programas (e jogos) criados para acessar diretamente os recursos do Windows.


Além do Win32, o Windows 10X deve ser compatível ainda com os formatos MSIX – semelhante ao Win32, mas com contêineres individuais para cada programa – e o UWP, plataforma universal lançada com o Windows 10, disponível também no Xbox e na finada versão do Windows para celulares.

Fonte: Windows Latest

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Apple Music: saiba como criar e configurar conta na plataforma
Por André Lourenti Magalhães | 17 de Maio de 2020 às 13h07
apple
Apple Music é o serviço de streaming musical da Apple, disponível para iOS, Android e computadores. Seu catálogo contém mais de 60 milhões de músicas e uma rádio com programas apresentados e curados por artistas famosos. Pelo aplicativo mobile, é possível também acompanhar as letras das canções.

Comparativo: qual é o melhor streaming de música disponível no Brasil?
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Como desbloquear músicas “explícitas” no Apple Music
O serviço é pago, com três planos diferentes. No entanto, novos usuários possuem três meses de teste, com vantagens que incluem músicas sem anúncios e download para acesso offline. A criação de uma conta nova é simples e rápida, sendo feita em poucas etapas. Confira o passo-a-passo

Apple Music: como criar e configurar conta
Passo 1: faça o download do aplicativo da Apple Musica na Google Play Store ou App Store;

Passo 2: na tela inicial, selecione "Continuar";


Abertura da Apple Music (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 3: há um aviso solicitando permitir ou não mostrar músicas com conteúdo explícito nas letras. Essa opção pode ser alterada posteriormente;


Escolha entre permitir ou não conteúdo explícito (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 4: na próxima etapa, clique em "Experimente grátis" para criar uma conta no serviço;


Clique para ter acesso ao teste gratuito (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 5: o app mostrará quais são as opções de planos. Seguindo no período de testes, é possível utilizar o serviço por três meses sem cobrança;


Selecione o plano mais adequado (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 6: para criar uma conta no streaming, é preciso ter um ID Apple. O cadastro é gratuito. Se você ainda não possui conta, clique em "Criar Novo ID Apple". Se já possui, selecione "Usar ID Apple Existente" e pule para o passo 11;


Acesso ao streaming requer um ID Apple (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 7: insira e-mail, senha, localização e verifique os termos em condições. Em seguida, aperte o botão "Seguinte";


Primeiras etapas da criação de ID Apple (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 8: depois, é hora de preencher informações pessoais. Coloque nome, data de nascimento e preencha as perguntas de segurança para prosseguir;


Inclua informações pessoais (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 9: o próximo passo envolve o método de pagamento e endereço de cobrança. Não é necessário incluir os dados do cartão a princípio, apenas quando confirmar uma compra;


Próxima etapa envolve informações de cobrança (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 10: um código será enviado ao e-mail usado no cadastro. Digite-o para concluir a criação do Apple ID;


Etapa final de validação do Apple ID (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 11: o aplicativo mostrará alguns gêneros musicais para começar. Selecione os seus preferidos e aperte "Seguinte";


Comece a moldar suas preferências musicais (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 12: em seguida, é a vez de escolher alguns artistas favoritos. É possível selecionar os listados ou incluir novos em "Adicionar um Artista";


Prossiga com artistas favoritos (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 13: o usuário será redirecionado para a página principal do Apple Music. É possível encontrar sugestões baseadas nas preferências marcadas anteriormente. Para abrir configurações, clique no ícone do canto superior direito;


Tela principal da Apple Music (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 14: são mostradas duas opções, "Ajustes" e "Conta". Clique em cada uma para acessá-las;


Acesse configurações do app (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 15: na aba "Ajustes", o usuário pode configurar opções como o tema do aplicativo e informações sobre economia de dados;


Tela de ajustes da Apple Music (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Passo 16: na aba "Conta", o usuário consegue alterar o plano, gerenciar assinaturas e notificações e trocar informações de pagamento.


Configurações de conta na Apple Music (Foto: Reprodução/André Magalhães)
Qual seu streaming de músicas favorito? Deixe seu comentário!

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Google Chrome vai bloquear anúncios pesados para priorizar desempenho
Por Alberto Rocha | 17 de Maio de 2020 às 11h57

Saiba tudo sobre Google

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Mesmo sendo o navegador mais utilizado no mundo e elogiado pela sua integração com outras plataformas, o Chrome, descrito pela própria Google como “simples, seguro e mais rápido que nunca” é conhecido pelo alto consumo de memória RAM e energia. Contudo, a companhia de Mountain View identificou um dos causadores desse problema e vai começar a bloquear algumas propagandas na internet, especialmente em notebooks e smartphones.

Saiba como atualizar o Google Chrome no PC, Android e iOS
Google Chrome: como importar e exportar favoritos no PC
Em comunicado divulgado na última sexta-feira (15), em seu blog oficial, a Google revela que cerca de 1% das propagandas virtuais “consome uma parcela desproporcional de recursos do dispositivo, como bateria e dados de rede, sem que o usuário saiba” e que boa parte desses banners têm problemas de programação ou estão ligados à mineradores de criptomoedas para monetizar o site.

“Para economizar as baterias e os planos de dados de nossos usuários e proporcionar uma boa experiência na Web, o Chrome limitará os recursos que um anúncio gráfico pode usar antes que o usuário interaja com o anúncio. Quando um anúncio atinge seu limite, o quadro do anúncio acessa uma página de erro, informando ao usuário que o anúncio usou muitos recursos”, explica Marshall Vale, gerente de produto do Chrome.


Exemplo de anúncio que foi descarregado no Google Chrome (Divulgação: Google)
Ganho operacional será de até 28% no processamento
A ferramenta será integrada ao já existente bloqueador de anúncios do Chrome e irá interromper o carregamento das propagandas que excederem os limites de 4MB na transferência de dados, 15 segundos de uso da CPU em intervalos de 30 segundos, ou 60 segundos de uso total de processamento do dispositivo.

Nova função do Chrome facilita a organização das abas abertas
A Google espera que os processadores do PC ou smartphone poupem 28% de esforço operacional e 26% dos dados de rede, resultado assim no menor gasto de energia e consumo de bateria. O recurso será testado nos próximos meses e tem previsão para ser liberada aos usuários em uma atualização do Chrome para o mês de agosto.

Fonte: Google

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Quer expandir seu negócio na web? Se liga nesse curso grátis do Collabplay
Por Redação | 08 de Maio de 2020 às 09h00
PUBLIEDITORIAL
O Collabplay, plataforma de cursos grátis da HostGator, lançou no último dia 13 a série: Boas práticas para expandir seu negócio na internet. O conteúdo gratuito aborda quatro ferramentas fundamentais para ter uma presença online: Google Meu Negócio, Trip Advisor, WhatsApp Business e Criador de Sites rápido.

O Google Meu Negócio é uma ferramenta gratuita que facilita que empresas sejam encontradas no buscador, assim como no Maps. Com ela, estabelecimentos podem informar horário de funcionamento, preços, fotos, serviços, promoções e, ainda, podem receber avaliações do público, o que pode endossar e encorajar mais vendas. Da mesma maneira funciona o Trip Advisor, que tem é a opção número 1 dos viajantes.

Outra ferramenta apresentada é o WhatsApp Business, que permite que empreendedores profissionalizem, gratuitamente, o atendimento pelo aplicativo de conversas. No curso de boas práticas, o participante vai aprender desde como configurar uma conta, até como criar uma vitrine e catálogo dentro do app.

Todavia, nenhuma dessas plataformas citadas acima podem ser consideradas suas. Se elas deixarem de existir de um dia para o outro, você perde tudo o que fez. Agora, com o Criador de Sites, você tem presença online consistente em um espaço para chamar de seu. O curso também vai ensinar como criar um site rápido com a ferramenta da HostGator.

Colaboração entre influenciadores
A HostGator América Latina conta com uma rede de influenciadores digitais, que falam sobre tecnologia, inovação, programação avançada, marketing digital, produção audiovisual e design. Entre eles estão: Diolinux, Código Fonte, Amarelo Criativo, Brainstorm Tutoriais, Ecommerce na Prática e Tati Uribe (Colômbia).

Estes criadores de conteúdo vão enriquecer o Collabplay trazendo material exclusivo para o YouTube e também produzindo cursos gratuitos em suas áreas de expertise.

Outra forma de potencializar o material produzido e valorizar a audiência é a qualidade técnica que a HostGator está dando para o conteúdo. Hoje, a empresa conta com aparato técnico profissional para produção, captação, edição e montagem das aulas, gerando vídeos em 4K.

Quer conhecer mais o Collabplay? Aproveita para se inscrever e acompanhar os lançamentos semanais.

 

Fonte: CanalTEch

 
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