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PROTESTOS OBRIGAM APPLE A FECHAR MAIS CEDO SUAS LOJAS DE HONG KONG

23/07/2019

Nesta segunda-feira (22), a Apple foi obrigada a fechar suas lojas em Hong Kong mais cedo do que de costume devido à intensificação dos protestos que tomam a cidade. Apesar de, em condições normais, essas lojas funcionarem até às 21h ou 23h, os protestos desta segunda obrigaram a empresa a fechar suas portas às 16h. A empresa não é a única a ter de lidar com esse tipo de problema e, segundo o The Wall Street Journal, diversas outras lojas de marcas ocidentais também liberaram seus funcionários mais cedo.

O motivo para o fechamento é a onda de protestos pró-democracia que acontecem na cidade há sete semanas consecutivas, uma resposta do povo a uma proposta que criaria um pacto de extradição entre China e Hong Kong. Atualmente, Hong Kong possui uma pacto de extradição apenas com o governo de Taiwan, mas a nova proposta permitiria que qualquer pessoa procurada pelo governo chinês e que tivesse fugido para Hong Kong fosse mandada de volta para a China. A proposta foi muito criticada por jornalistas, associações de advogados e empresas da região, que consideram a ideia uma tentativa de diminuir a já frágil autonomia de Hong Kong perante o governo chinês e submeter novamente à cidade ao autoritário governo do país.

Apesar das manifestações virem ocorrendo há semanas, a violência escalonou no último domingo (21) e culminou na vandalização do escritório de uma representante do governo chinês na cidade. Além disso, manifestantes atacaram passageiros do metrô e houve confronto com a polícia, que contra-atacou utilizando balas de borracha e bombas de efeito moral.
Oficialmente, o governo da cidade condenou os atos de violência tanto dos manifestantes quanto dos policiais e afirmou que tomará todas as medidas cabíveis para punir os responsáveis.Operando em Hong Kong desde 2011, hoje a Apple possui seis lojas na cidade, que é um ponto estratégico importante para os negócios da empresa, já que a região da Grande China (composta por China, Hong Kong e Taiwan) é o terceiro maior mercado da empresa no mundo.
 
 
Fonte: CanalTech 

 
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