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CORPORAÇÕES NÃO APRENDEM COM WANNACRY E PETYA AVANÇA EM WINDOWS DESATUALIZADO

28/06/2017

O m Petya que está se espalhando pelo protocolo SMB do Microsoft Windows utiliza a ferramenta de exploração ETERNALBLUE para se disseminar, revelam especialistas da Palo Alto Networks, empresa especializada em proteção cibernética. O caminho é o mesmo utilizado pelo WannaCry, que afetou o mundo em maio. De acordo com a empresa, os usuários do Windows devem seguir as seguintes etapas gerais para se protegerem:

Aplicar atualizações de segurança no MS17-010
Bloquear conexões de entrada na porta TCP 445
Criar e manter bons backups para que, se ocorrer uma infecção, você possa restaurar seus dados.

Segundo ainda os especialistas da Palo Alto Networks, Petya é parte da família de ransomware que funciona modificando o Registro de Inicialização Mestre (MBR) do sistema Windows, fazendo com que o sistema falhe. Quando o usuário reinicia seu PC, o MBR modificado impede que o Windows seja carregado e, em vez disso, exibe uma nota ASCII Ransom exigindo o pagamento da vítima.

A versão mais recente do Petya ransomware está se espalhando por meio do Windows SMB e está usando a ferramenta de exploração ETERNALBLUE, que explora o CVE-2017-0144 e foi originalmente lançada pelo grupo Shadow Brokers em abril deste ano.

Depois que o sistema é comprometido, a vítima é convidada a enviar 300 dólares para um endereço Bitcoin específico e, em seguida, encaminhar um e-mail com o ID da carteira de bitcoin da vítima para wowsmith123456@posteo[.]Net para recuperar sua chave de descriptografia individual. Cerca de 13 pagamentos já tinham sido feitos.

Os ataques de Ransomware são muito comuns, mas raramente são combinados com uma exploração que permite que o malware se espalhe como uma contaminação de rede. Os ataques WannaCry em maio de 2017 demonstraram que muitos sistemas Windows não foram corrigidos por essa vulnerabilidade. A disseminação do Petya usando essa vulnerabilidade indica que muitas organizações ainda podem estar vulneráveis, apesar da atenção recebida devido ao WannaCry.



Fonte: Convergencia Digital

 
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