Página Inicial



twitter

Facebook

  Notícia
|

 

EUA QUEREM QUE SMARTPHONES TENHAM ´MODO CARRO´ PARA DIMINUIR ACIDENTES

24/11/2016

Nos Estados Unidos, a autoridade federal responsável pela segurança das estradas lançou um manual de práticas recomendando que empresas por trás de sistemas móveis incluam um “modo carro” nos softwares para impedir que motoristas usem os smartphones enquanto dirigem.

A ideia foi proposta pela National Highway Traffic Safety Administration na última quarta-feira, 23, segundo reporta o New York Times. A agência quer que empresas como Apple e Google tenham com as estradas o mesmo tipo de cuidado que tiveram com rotas aéreas quando implementaram o “modo avião”.

O tal modo transformaria o sistema em uma versão simplificada de si mesmo. Não haveria vídeo ou recursos gráficos que provoquem distração; e o uso do teclado seria vetado, assim como notificações sobre redes sociais e notícias.

Publicidade

As autoridades querem que o “modo carro” seja capaz de identificar sozinho quando o dono do smartphone estiver dirigindo e que o sistema entenda, inclusive, se a pessoa está no banco do motorista ou do passageiro — assim apenas o condutor teria suas funções limitadas.

A N.H.T.S.A. não tem poder legal para obrigar as companhias a concordar com seus pedidos, mas no passado a agência lançou recomendações sobre sistemas de navegação e entretenimento para carros e a maioria das montadoras acatou as propostas.
 

Na Europa

Não é a primeira vez que tentam fazer com que marcas de smartphones pensem em soluções do tipo. No começo deste mês um grupo formado por parentes de vítimas de acidentes de trânsito no Reino Unido deu início a uma campanha pedindo que a Apple adote medidas semelhantes nos países da coroa.

O grupo usava como base a informação de que a Apple já possui uma patente que descreve uma espécie de “modo carro”. A ideia foi registrada em 2008 e aprovada em 2014, mas a Apple nunca a implementou no iOS. A empresa também não vinha demonstrando interesse em participar de reuniões com os responsáveis pela campanha, tendo se limitado, à época, a divulgar uma nota afirmando estar comprometida com a segurança dos usuários.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital
 

 
Indique esta notícia Indique esta notícia para um amigo

Início Notícias  | Voltar