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AÇÃO COLETIVA ACUSA FACEBOOK DE DISCRIMINAÇÃO RACIAL EM ANÚNCIOS

09/11/2016

Um grupo de 10 mil usuários do Facebook entrou com uma ação coletiva no nos Estados Unidos na qual acusam a rede social de discriminação, por permitir que anunciantes excluam negros, hispânicos e asiáticos de receberem ofertas publicitárias, notadamente de imóveis. 

Entre os recursos da ferramenta, é possível definir a partir de ‘grupos de afinidades’ que determinado anúncio não será visto por este ou aquele grupo, o que também inclui ‘cristãos’, ‘muçulmanos’, ‘divorciados’, ‘pais’, ‘mães’, ‘expatriados’ e ‘imigrantes’, de acordo com o processo. 

A ação foi movida a partir de denúncia feita pela revista online americana ProPublica, na qual advogados de direitos civis sustentam que os recursos permitidos pelo Facebook violam a legislação federal que proíbe qualquer tipo de preferência, limitação ou discriminação baseada em raça, credo, gênero ou nacionalidade em anúncios de imóveis. 

Além disso, a lei dos Direitos Civis de 1964 também proíbe a adoção desse tipo de discriminação em outros campos, como no caso de ofertas de emprego. Ao sustentar que a rede social viola diferentes pontos da lei, a ação aponta que “não há opção na plataforma Facebook para que sejam excluídos  ‘brancos’ ou ‘caucasianos’”. 

Segundo a Courthouse News Service, também americana e especializada em disputas judiciais, o Facebook rebateu as alegações afirmando que não há base jurídica para a queixa e que o uso de ferramentas de marketing multicultural é prática comum na indústria publicitária. 
 
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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