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SURGEM DETALHES SOBRE O CELULAR WINDOWS DA DELL QUE USA PROCESSADOR DE LAPTOPS

09/11/2016

 
 
 

Recentemente, surgiram informações de um misterioso celular da Dell, que teria um processador de nível de laptops, divulgadas pelo jornalista Evan Blass, do VentureBeat. Agora, foram reveladas novas informações: o aparelho começou a ser desenvolvido em 2014, conhecido internamente como Dell Stack e a ideia era que ele fosse tablet de 6,4 polegadas capaz de fazer as funções de laptop e desktop. A segunda geração do aparelho, no entanto, estava projetada para ter a capacidade de se conectar a redes de telefonia, transformando o aparelho em um smartphone.

O dispositivo se apoiava no Continuum do Windows 10 para fazer esta transição, aproveitando os aplicativos da plataforma universal do sistema, criados para funcionar igualmente no Windows 10 Mobile e em PCs. Já que internamente ele contaria com um processador Intel x86, teoricamente seria possível ainda mesmo rodar softwares win32 como o Photoshop, tornando o aparelho mais versátil.

O dispositivo teria uma característica interessante especialmente para empresas, que é a de não precisar ficar movendo arquivos de dispositivos para dispositivo, e também dispensaria a nuvem para tal, já que o Stack poderia ser facilmente transportado de um lugar para outro, com a forma de uso adaptada de acordo com a necessidade.

O Stack foi desenvolvido para substituir um ecossistema complete de computação, então por dentro ele traria um processador Intel Kaby Lake (7ª geração) da família Y, que prometem baixo consumo de energia com dois núcleos de processamento. O cliente poderia escolher os componentes, no entanto, com as opções de processadores m3, m5 vPro ou m7 vPro. As opções de memória variariam entre 4 GB ou GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de SSD.

Como um dispositivo portátil, o aparelho entraria num modo de economia de energia, que consumiria apenas 3,5 watts para poupar bateria. Quando conectado a um dock para operar como um desktop, ele realizaria uma transição em que poderia exigir mais energia para realizar tarefas mais pesadas. Completando o pacote haveria uma câmera traseira de 5 megapixels e uma frontal de 5, sendo esta última habilitada para reconhecimento biométrico a partir de leitura da íris.

Contudo, o VentureBeat observou que o atual estado do projeto é desconhecido e é bem possível que ele tenha sido cancelado, uma vez que a Intel já assumiu o fim de suas ambições no mobile com o fim da linha Atom para smartphones. No entanto, como o projeto previa processadores Kaby Lake, é possível que tenha sobrevivido.

 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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