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EXECUTIVOS DA SAMSUNG SE DESCULPAM DE JOELHOS PELO FIASCO DO GALAXY NOTE 7

07/11/2016

Executivos da Samsung causaram uma saia justa na China ao se ajoelharem no palco de um evento em sinal de gratidão aos distribuidores locais, que continuaram atendendo a marca após o fiasco do Galaxy Note 7.

O caso ocorreu no dia 29 de outubro, durante um evento da própria Samsung em Shijiazhuang, Hebei. Em determinado momento, cerca de 20 executivos subiram ao palco e se ajoelharam, então uma pessoa que estava no público postou foto do ocorrido no Weibo (espécie de Twitter local) e a resposta foi inflamada, segundo relata o Quartz.
 
Reprodução

Isso porque são raras as ocasiões em que um chinês se ajoelha dessa forma. O China Daily, que faz parte da imprensa oficial do país, tem um longo documento no qual explica que o ato é reservado a familiares, a um deus ou para momentos de desespero extremo. “Se alguém estiver apontando uma arma, por exemplo, e [a pessoa] estiver implorando por misericórdia pelos seus entes queridos, ou a pessoa talvez se ajoelhe e implore por uma tigela de arroz se estiver passando fome”, informa o veículo.

Em comunicado repercutido pelo Quartz, um porta-voz da Samsung disse que a atitude foi expontânea e que a área de comunicação da empresa não previa a situação. “Em nossa interpretação, apesar da influência das explosões de Galaxy Note 7, os distribuidores continuaram a apoiar a Samsung e fizeram vários pedidos de compra no evento. Isso foi extremamente tocante para os executivos da Samsung e, em acordo com seus costumes, eles se ajoelharam para mostrar gratidão (…).” De acordo com a nota, executivos chineses também se emocionaram e desceram aos joelhos, num indicativo de que não consideraram a atitude ofensiva.

A imagem da companhia sul-coreana já estava arranhada na China porque, sob a justificativa de que o Galaxy Note 7 vendido no país era produzido com uma bateria diferente, houve um atraso no início do processo de recolhimento dos aparelhos por lá. Surgiram relatos, inclusive, de que a companhia tentou comprar o silêncio de pessoas cujos smartphones pegaram fogo ou exploriram.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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