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GOOGLE PAGA CARO E REPENSA PROJETO DE REDE PRÓPRIA DE TELECOM

16/08/2016

Construir uma infraestrutura de Telecomunicações não é barato nem é um projeto simples. O Google, que há seis anos lançou o serviço de Internet ultrarrápida com cabos de fibra óptica nos Estados Unidos, percebeu essa realidade.

A Alphabet, controladora da empresa, admite que está repensando a forma de criar conexões próprias de fibra óptica em áreas metropolitanas. E a justificativa é: o preço da infraestrutura está mais caro do que se pensava. Além disso, montar rede demora e enfrenta burocracia junto à gestão pública.

A decisão do Google só impulsiona os rumores de aquisições para levar o projeto adiante. Aqui desponta a Level 3, como a provedora preferida, até por conta da presença global - Brasil incluído - da prestadora. A  Alphabet gastou centenas de milhões de dólares para enterrar os cabos de fibra ótica em várias ruas de cidades para oferecer conexões de web cerca de 30 vezes mais rápidas do que a média nos Estados Unidos.

Em função do alto custo da fibra óptica, o Google planeja usar a tecnologia sem fio para conectar lares, em vez de cabos, em algumas novas áreas metropolitanas, incluindo Los Angeles, Chicago e Dallas, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto disseram ao The Wall Street Journal. Como resultado, a empresa suspendeu alguns projetos em outras cidades.

O anúncio do projeto Google Fiber em 2010 provocou grandes expectativas num momento em que as operadoras de telefonia estavam se movendo lentamente na implementação de serviços de banda larga. Hoje, o Google Fiber atingiu apenas seis áreas metropolitanas, o que mostra os desafios enfrentados pelas empresas digitais.

O Google não confirma nem desmente a mudança de planos. Em comunicado oficial, a empresa sustenta: "Nós continuamos a trabalhar com os líderes das cidades para explorar a possibilidade de levar o Google Fiber em muitas cidades. Isto significa implantar as mais recentes tecnologias alinhadas com o nosso roadmap de produtos, com compreensão dos desafios locais, o que leva tempo".
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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