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MAIS DA METADE DAS EMPRESAS DE ELETROELETRÔNICOS VENDE MENOS QUE ESPERADO

25/07/2016

As indústrias elétricas e eletrônicas ainda vivem incertezas das crises econômica e política, como mostra uma nova rodada de sondagem conjuntural realizada pela Abinee. E embora ressalte que se trate de um índice em queda, é significativa a proporção das empresas com vendas abaixo das expectativas: segundo a sondagem, 51% das empresas vendeu menos do que previa. 

Segundo a Abinee, esse percentual já foi bem maior – era 66% em maio e 62% em junho. “Porém, é importante ressaltar que este percentual ainda é muito alto, com mais da metade das entrevistadas apontando resultados aquém do esperado.”

A entidade indica, no entanto, que “foi observada melhora nas expectativas, com perspectivas favoráveis para o mês de julho, para o 3º trimestre e para o 2º semestre deste ano, comparados aos iguais períodos do ano passado. Neste último caso, 42% das entrevistadas esperam crescimento e 33% queda”. 

Foi a primeira vez, desde a pesquisa de fevereiro deste ano, que as expectativas de crescimento para o mês seguinte superaram as perspectivas de queda, ao comparar com igual período de 2015. Segundo a pesquisa, 43% das empresas projetam crescimento nas vendas e nas encomendas ainda para o ano de 2016, enquanto 35% acreditam que haverá retração.

Em junho, aumentou de 27% para 39% o percentual de empresas que verificou crescimento nas vendas/encomendas em relação a igual mês do ano passado; ao mesmo tempo em que reduziu o percentual de empresas que observou queda, passando de 57% para 45%, nas últimas duas pesquisas.

Talvez o dado mais animador seja a redução na tendência de desemprego, com queda no percentual de empresas que estão reduzindo funcionários (de 34%, para 27% e para 20% nas últimas três pesquisas) e aumento nas indicações de estabilidade (de 62% para 68% e para 74% no período citado).

De acordo com a Abinee, as incertezas decorrentes da crise política e econômica que o Brasil atravessa continuam sendo os principais entraves para a recuperação da atividade do setor.
 
 
 
Fonte: convergencia digital 

 
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