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MIGRAÇÃO DE AM PARA FM VARIA DE R$ 8 MIL A R$ 4 MILHÕES

25/11/2015

E o governo definiu finalmente o quanto quer receber pela migração das rádios AM para a faixa de frequência das FM. Conforme Portaria do Ministério das Comunicações assinada nesta terça, 24/11, os preços variam de R$ 8,4 mil em cidades pequenas, de até 10 mil habitantes, a R$ 4,4 milhões para São Paulo. No último dia 18, o portal Convergência Digital antecipou parte da estratégia a ser adotada.

“Os preços não são irrisórios, mas a tabela de valores contempla as características regionais e a capacidade econômica do setor”, comemorou o presidente da Abert, Daniel Slaviero, durante cerimônia no Palácio do Planalto, onde também estiveram representantes de 300 rádios.

A anfitriã destacou que a migração trará dois grandes benefícios. “Primeiro, aumentará a qualidade da transmissão eliminando os ruídos. Segundo, propiciará condições técnicas para que as rádios transmitam via internet a sua programação para celulares e tablets”, disse a presidenta Dilma Rousseff.

De fato, o setor que ficou até aqui sem digitalização da transmissão, aposta na rede para garantir o futuro. Mas como lembra Slaviero, “são mais de 250 milhões de smartphones e tablets no Brasil e eles só conseguem sintonizar o sinal gratuito na faixa de FM”.

A Portaria 6467/15, do Minicom, traz tabelas com os valores para cada ‘tipo’ de município, que leva em conta o potencial econômico e o alcance das transmissões. Tabelas com os valores e os índices de cada município podem ser conferidas aqui e aqui.

A decisão por migrar para FM teve que ser tomada bem antes de os radiodifusores conhecerem os preços. Para a Abert, por isso “apenas” 1.386 das 1.781 rádios AM pediram a troca. Apesar da demora, a definição se baseou muito em proposta das próprias emissoras – mas ficou com valores mais altos.

Segundo o Minicom, 949 rádios poderão fazer a migração em 2016 – há espaço de sobra no espectro. Outras 437 emissoras terão de aguardar a digitalização da televisão, para liberação dos canais 5 e 6 (faixa por vezes chamada de FM estentida). Estas são as rádios nas cidades maiores.

 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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