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INTERNET DAS COISAS REANIMA INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES NO BRASIL

12/11/2015

Durante a abertura do South America Semiconductor Strategy Summit 2015, evento da cadeia de semicondutores que aconteceu pela primeira vez no Brasil, nesta quarta-feira, 11/11, no Rio de Janeiro, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores (Abisemi), Rogério Nunes, lamentou o fato de o Brasil "ainda ter uma posição incipiente" no mercado mundial, que deve movimentar US$ 350 bilhões em 2015, e projeta chegar, em 2019, a US$ 450 bilhões.

Dados da entidade mostram que o segmento de semicondutores tem a previsão de faturar R$ 2 bilhões no mercado brasileiro em 2015, respondendo pela geração de cerca de dois mil empregos gerados na área. A balança comercial da indústria eletroeletrônica, divulgada pela Abinee, mostra que o déficit comercial do setor de semicondutores deverá ficar em US$ 6 bilhões.

Para Frederico Blumenschein, presidente da Unitec Semicondutores- ex-SIX, idealizada pelo empresário Eike Batista, e comprada pela argentina Corporación America no início de 2014, e que deverá entrar em atividade no final de 2016, disse que o momento é o de fazer um esforço para integrar toda a cadeia da América do Sul e aproveitar as oportunidades de crescimento na região.

Ele ressaltou que a queda da demanda no segmento de semicondutores é mundial - assim como a ordem por redução de custos. O momento impõe, não à toa, uma onda de consolidação. Em 2015, por exemplo, aconteceram 14 fusões e aquisições, sendo que entre 2010 e 2014, aconteceram apenas cinco.

Mas há uma área que promete aquecer - os objetos conectados que exigem chips para funcionar. Não à toa, a Unitec aproveitou o evento para anunciar a criação da Unitec Soluções, que entra no segmento de lâmpadas inteligentes, kits para exames médicos, entre outros).

As lâmpadas conectadas serão o grande mercado da Internete das Coisas, pontua relatório da consultoria Berg Insight, especializada em comunicações M2M e Internet das Coisas. O estudo sustenta que há uma mudança global das lâmpadas tradicionais e ineficientes para os diodos emissores de luz, ou LEDs, pela sigla em inglês mais conhecida.

“Entre 2014 e 2023, a parcela global das LEDs nas vendas de lâmpadas deve passar de 15% para 74%”, indica o relatório da Berg Insight, que aponta aí para “uma imensa janela de oportunidade para adicionar conectividade à próxima geração de sistemas de iluminação”.

 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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