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AS 5 CONVICÇÕES DE STEVE JOBS QUE TIM COOK TRATOU DE ENTERRAR

10/09/2015


Steve Jobs é fundador da Apple, mas já não está mais entre nós, muito menos ocupa uma cadeira no conselho da empresa, o que seria bastante mórbido. Assim, muitas de suas convicções foram sendo diluídas com o passar dos anos após sua morte. Algumas mudanças aconteceram mais rápido; outras levaram mais algum tempo. Mas o fato é que a companhia mudou consideravelmente sob a batuta de Tim Cook, principalmente quando o assunto são seus produtos.

iPad pequeno

Quando estava vivo, Steve Jobs negava com forças a criação de um iPad menor do que as 9,7 polegadas usadas na tela do tablete até então. Em 2012, depois de sua morte, surgiu o iPad mini, com tela de 7,9 polegadas. Apesar da venda de iPads estar em baixa nos últimos anos, o modelo tem se mantido e chegou nesta quarta-feira a sua quarta versão, o que prova que ele tem um público grande, embora a Apple não tenha feito nenhuma fanfarra sobre o assunto durante o evento.

Jobs dizia que 10 polegadas era o “tamanho mínimo de tela para criar bons aplicativos para tablets”. Quando lançou o iPad mini, Tim Cook diminuiu a declaração de Jobs, afirmando que ela se referia apenas a tablets de 7 polegadas, que “são pequenos demais para competir com smartphones e grandes demais para competir com o iPad”.

Híbridos de laptops e tablets

Tim Cook também havia desmentido, até mesmo com ironia a possibilidade, de a Apple criar um produto como o Surface, que não esconde seu hibridismo entre o modo tablet e laptop. “Qualquer coisa pode ser forçada a convergir, mas produtos têm limitações, e você começa a impor limites até o ponto em que o que você tem no fim das contas não agrada ninguém. Você pode convergir uma torradeira e uma geladeira, mas essas coisas provavelmente não serão agradáveis aos usuários”, afirmou.

Anos depois, o Surface Pro 3 finalmente começou a ganhar fôlego no mercado, provando a viabilidade do tablet como ferramenta de produtividade, desde que tenha um teclado bom para os momentos em que isso for necessário. Foi quando o iPad Pro surgiu, com tela de 13 polegadas e cujo principal apelo é um teclado que realmente permite trabalho.

iPhones grandes

Quando o iPhone surgiu, a tela de 3,5 polegadas era enorme para o padrão do mercado. Logo os aparelhos Android começaram a levar esse número mais para cima, o que forçou a Apple a aumentar a tela do iPhone 5. Apenas verticalmente, deixando o aparelho mais esguio. A empresa reiterava que o tamanho pequeno era perfeito para o uso com uma mão, permitindo que o polegar alcançasse todos os cantos do display sem esforço.

Mas esta desculpa não durou muito tempo. A empresa viu o mercado para aparelhos Android crescendo rapidamente e o tamanho médio da tela aumentando ao ponto que a telinha do iPhone já não era mais o bastante, principalmente no mercado asiático, o mais entusiástico com telas grandes. Foi quando surgiu não só o iPhone 6, com tela de 4,7 polegadas, como o gigante iPhone 6 Plus, de 5,5. E ninguém pode dizer que foi um erro. A Apple nunca vendeu tantos smartphones em sua história.

Opções para o consumidor

Jobs era amplamente contra dar muitas opções para os clientes, alegando que isso causava confusão e o paralisava. Não demorou muito para Tim Cook revelar o iPhone 5c, com carcaça de plástico, junto do 5s. É discutível se o modelo teve sucesso, mas foi o início de uma era em que a Apple começou a dar alternativas para seus consumidores.

Hoje se você entrar em uma loja da Apple, você pode comprar o iPhone 5s, o 6, o 6 Plus, o 6s e o 6s Plus. São cinco alternativas, sem contar as variações de armazenamento interno entre estes modelos. Em relação ao iPad, também há 5 modelos: o Mini 2, o Mini 4, o Air, o Air 2 e o Pro, com variações de armazenamento interno e conexão celular ou apenas Wi-Fi.

Stylus

Jobs também era fundamentalmente avesso ao uso de uma caneta como método de interação com telas sensíveis ao toque. Ele fez piada com a stylus na apresentação do primeiro iPhone, chegando a fazer uma expressão de nojinho sobre a ideia de usá-la, e também fez piada em 2010 quando o assunto era o iPad. “Se você vir uma stylus, eles [a empresa] erraram”, afirmou o fundador.

Hoje temos a Apple Pencil, que é uma stylus. Claro, ela não é a principal ferramenta de interação com o iPad Pro, que ainda privilegia o toque e o teclado e é usado principalmente para desenhar ou escrever, não para navegar pela interface. Mas ainda é uma stylus.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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