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ANATEL DEFENDE BLOQUEIO DA INTERNET PELAS TELES AO FIM DAS FRANQUIAS

15/07/2015

Alvo de várias queixas de parlamentares da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, o bloqueio das conexões à internet ao fim das franquias na telefonia móvel foi uma medida defendida pela Anatel como uma adaptação do modelo de negócios das empresas à forte demanda sobre as redes de telecomunicações.

“O que as empresas fizeram foi mudar o modelo de negócios. Só que erraram na comunicação. Mas do ponto de vista do modelo de negócios, a Anatel não viu nada de errado. As empresas estão alinhadas com o que acontece no mundo”, sustentou o vice-presidente da agência, Marcelo Bechara e, audiência realizada nesta terça-feira, 14/07.

“No setor móvel pessoal temos pelo menos quatro grandes empresas no Brasil, Vivo, Tim, Claro e Oi. É um modelo competitivo e nele a gente deixa a competição acontecer, não regula o modelo de negócios. A Nextel, por exemplo, não bloqueia [ao fim da franquia] e está ganhando consumidores”, insistiu o conselheiro.

Para parlamentares presentes a audiência pública na CDC, no entanto, houve abusos das operadoras ao terem prometido conexões “ilimitadas” aos clientes. “No momento em que as empresas prometeram aos clientes acesso ilimitado, houve publicidade enganosa”, resumiu o deputado Marcos Rotta (PMDB-AM).

Para Bechara, “a forma como isso vinha sendo tratado do ponto de vista publicitário não era a mais correta, mas os planos de dados devem ser adaptados à realidade para não atrapalhar quem está dentro da franquia. Era ilimitado, mas a velocidade reduzida não dá a verdadeira experiência de navegação de internet”.
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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