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APPLE VENDE 20% DOS SMARTPHONES, MAS LEVA 92% DAS RECEITAS DESSE MERCADO

14/07/2015

No primeiro trimestre deste ano, a Apple levou 92% da receita operacional com a venda de smartphones – segundo um levantamento do banco de investimentos Cannacord Genuity publicado nesta segunda, 13/7, pelo Wall Street Journal. Há um ano, a empresa mordia 65% dessas receitas.

Segundo esse mesmo levantamento, que toma como base os oito maiores fabricantes de smartphones do mundo, a coreana Samsung leva 15% das receitas com smartphones. O total é superior a 100% porque, segundo os dados do Cannacord, algumas empresas empatam e outras perdem dinheiro no negócio.

Para além o sucesso do iPhone 6, vale lembrar que os preços da Apple são muito superiores aos concorrentes. Enquanto em média um iPhone custa US$ 624, ou cerca de R$ 1,9 mil, os aparelhos com sistema operacional Android custam menos de um terço disso – cerca de US$ 185, ou algo próximo de R$ 570.

Números da consultoria IDC indicam que a Samsung é a maior empresa do mercado em unidades – tendo embarcado 82,4 milhões de aparelhos nos três primeiros meses de 2015. Nesse mesmo período, a Apple teria vendido 61,2 milhões de smartphones.

De acordo com o Wall Street Journal, além de ficar com a maior parte das receitas embora responda por menos de 20% das unidades vendidas globalmente, notícias recentes ressaltam a fase favorável da empresa americana enquanto concorrentes enfrentam dificuldades.

“A Apple está pedindo aos fornecedores um número recorde de novos modelos de iPhones. Enquanto isso, a Samsung prevê lucros desapontadores, a HTC Corp relatou perdas no trimestre e a Microsoft reconheceu perdas de 80% do valor do negócio de smartphones que adquiriu da Nokia no ano passado”, diz o WSJ.

É um panorama bem distinto de 2007, quando a Apple lançou o iPhone. Naquele ano, a Nokia levava dois terços dos lucros com a venda de aparelhos. Cinco anos depois, em 2012, a empresa americana e a Samsung dividiam os lucros praticamente em meio a meio.

O WSJ ressalta que outras empresas têm estratégias diferentes – por exemplo, a Microsoft e a Xiaomi tentam capturar mais receitas depois que os aparelhos foram vendidos, com apps pagos e acessórios. A Samsung é fabricante de componentes, inclusive usados em aparelhos rivais.

 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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