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GOOGLE FOTOS MARCA USUÁRIOS NEGROS COMO ´GORILAS´

02/07/2015

Jacky Alciné, programador e usuário o aplicativo de fotos do Google, que promete fazer reconhecimento automático de imagens, percebeu um erro grave no serviço. O jovem, negro, salvou uma foto com sua amiga no serviço, e a imagem acabou sendo encaixada na tag "Gorilas"

Yonatan Zunger, chefe de arquitetura do Google+ e responsável pelo serviço de fotos pediu desculpas no Twitter pelo ocorrido e chegou a soltar um palavrão ao fazê-lo. "Isso é 100% inaceitável", disse ele pela rede social, apenas 90 minutos depois da publicação original.

Assim que percebeu o ocorrido, a equipe do Google contatou o usuário para solucionar o problema o mais rápido possível. A empresa também publicou um comunicado sobre o assunto.

"Estamos consternados e genuinamente tristes que isso tenha acontecido. Estamos tomando ações imediatas para prevenir que este tipo de resultado aconteça. Há claramente muito trabalho a ser feito com a etiquetagem automática de imagens e estamos estudando como podemos prevenir que este tipo de erro aconteça no futuro", disse o comunicado.

A ideia do aplicativo é poupar o trabalho do usuário, organizando fotos similares em um único espaço. Claramente, o Google ainda tem problemas em etiquetar rostos humanos. Segundo o próprio Zunger, até pouco tempo atrás, pessoas de pele branca eram comumente reconhecidas como cães ou focas pelo sistema.

 

 
Fonte: Olhar Digital

A Apple viu todos os seus concorrentes crescerem e transformarem a indústria musical no mundo com a proliferação do streaming. Spotify, o maior de todos, tem hoje 16 milhões de usuários pagos no mundo. Outros fortes competidores como Deezer, Rdio e Napster já possuem atividade no Brasil e o Tidal chega em sua nova fase por aqui no segundo semestre.

Depois de mudar o modo como consumimos música com o iTunes, lançado em 2007, a Apple ficou perdida nesse bonde do streaming. Até agora. O seu novo Apple Music (ou Apple Música para nós brasileiros) estreou esta semana com alguns diferenciais em relação aos seus concorrentes. A mais importante é a rádio Beats1, que reproduz conteúdo original ao vivo com um alcance que nenhuma rádio online conseguiu até agora.

O serviço veio junto com o iOS 8.4 e é gratuito por três meses. Após isso vai custar US$ 4,99 (cerca de R$ 15 na cotação atual) no plano individual e US$ 7,99 (R$ 22) no pacote família.

Destacamos aqui o melhor, o pior e o qualquer coisa da Apple Music, começando com o que ela tem de melhor.

beats

Beats1, a maior rádio online hoje

Todos os serviços de streaming possuem suas definições próprias de “rádio online”, mas trata-se na verdade de um compilado de músicas de um determinado tema. Na web há diversas rádios exclusivamente online e os ótimos canais da BBC e NPR reproduzem diversos gêneros. Mas nenhuma rádio dessa nova geração teve tanto impacto quanto a Beats1.

O nome é oriundo da marca Beats comprada pela Apple no ano passado. A empresa chamou o renomado DJ Zane Lowe, ex-BBC Radio1, que trouxe sua expertise em música pop e seu alto prestígio entre músicos novos e renomados. No primeiro dia no ar, a transmissão foi bastante elogiada e trouxe programas exclusivos, como uma mixtape da cantora St. Vincent.

Passado os três meses grátis, os usuários que quiserem seguir com contas free poderão continuar ouvindo a Beats1, o que é ótimo. A rádio ainda não está disponível para Android – mas há um truque para conseguir ouvir.

Personalização é a chave

Desde os primeiros momentos de uso do Apple Music percebemos a preocupação com a personalização. O algoritmo de recomendação funciona bem para oferecer músicas para o usuário. É necessário escolher alguns artistas e gênero para o pontapé inicial. A partir daí o sistema passa a identificar faixas para audições e aprende o gosto do usuário conforme ele uso o app.

Todos os serviços possuem um algoritmo de recomendação e com a alta concorrência, quem for mais preciso na descoberta dos gostos do ouvinte sairá na frente da briga.

O serviço ainda conta com curadores convidados como o site Pitchfork e as revistas Fader e Rolling Stone.

apple

Integração com o iTunes

Até o momento, a Apple oferece 30 milhões de músicas. Nem todo o conteúdo da loja iTunes será transposto para o Apple Music, mas compras do usuário na loja poderão migrar para o app. Quem comprou álbuns dos Beatles, fora do catálogo de todos os serviços de streaming, poderão ouvir. O fab four tem todos os seus discos à venda no iTunes desde 2010.

Agora nem tudo é tão incrível…

Muito confuso

A Apple Music tem, em um primeiro momento, uma navegação muito confusa. Não é muito intuitivo e dá a impressão de que os ícones e abas foram colocados ali de qualquer jeito.

Passado esse aprendizado, o aplicativo traz algumas confusões. Por exemplo: não fica claro que é necessário ativar o iCloud para poder sincronizar músicas. Além disso, muitos discos possuem bloqueio por idade para letras explícitas, por exemplo. Você pode ter esse tipo de restrição em seu iTunes e nem mais se lembrar.

Na aba “Novo” há tanto lançamentos quanto sugestões de álbuns mais antigos. Até aí tudo bem. Mas então temos a aba “Música” dentro do Apple Música. Lá estão suas músicas compradas ou baixadas para o iTunes. É algo meio bagunçado, mas não chega a ser um problema de usabilidade. Dá a impressão de que estamos vendo um “trabalho em andamento” e, claramente, há muito a se melhorar.

Pouco compartilhamento

Ao menos neste início, a Apple Music tem pouquíssimas opções de compartilhamentos em redes sociais. Dá para gerar um link para o Facebook e Twitter, mas não é algo tão importante dentro da mecânica do app. É o oposto do que acontece no Spotify, que tem nas recomendações e no caráter social a base da usabilidade.

Todos esses pormenores são pequenos em comparação ao conteúdo oferecido pelo aplicativo e potencial que ele tem de aumentar ainda mais a concorrência dos streaming de música. Será uma briga boa de se ver e só quem tem a ganhar somos nós, usuários.

- See more at: http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2015/07/01/apple-music-tem-navegacao-confusa-mas-aumenta-a-competicao-no-streaming/#sthash.yxseq5R0.dpufTEST

A Apple viu todos os seus concorrentes crescerem e transformarem a indústria musical no mundo com a proliferação do streaming. Spotify, o maior de todos, tem hoje 16 milhões de usuários pagos no mundo. Outros fortes competidores como Deezer, Rdio e Napster já possuem atividade no Brasil e o Tidal chega em sua nova fase por aqui no segundo semestre.

Depois de mudar o modo como consumimos música com o iTunes, lançado em 2007, a Apple ficou perdida nesse bonde do streaming. Até agora. O seu novo Apple Music (ou Apple Música para nós brasileiros) estreou esta semana com alguns diferenciais em relação aos seus concorrentes. A mais importante é a rádio Beats1, que reproduz conteúdo original ao vivo com um alcance que nenhuma rádio online conseguiu até agora.

O serviço veio junto com o iOS 8.4 e é gratuito por três meses. Após isso vai custar US$ 4,99 (cerca de R$ 15 na cotação atual) no plano individual e US$ 7,99 (R$ 22) no pacote família.

Destacamos aqui o melhor, o pior e o qualquer coisa da Apple Music, começando com o que ela tem de melhor.

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Beats1, a maior rádio online hoje

Todos os serviços de streaming possuem suas definições próprias de “rádio online”, mas trata-se na verdade de um compilado de músicas de um determinado tema. Na web há diversas rádios exclusivamente online e os ótimos canais da BBC e NPR reproduzem diversos gêneros. Mas nenhuma rádio dessa nova geração teve tanto impacto quanto a Beats1.

O nome é oriundo da marca Beats comprada pela Apple no ano passado. A empresa chamou o renomado DJ Zane Lowe, ex-BBC Radio1, que trouxe sua expertise em música pop e seu alto prestígio entre músicos novos e renomados. No primeiro dia no ar, a transmissão foi bastante elogiada e trouxe programas exclusivos, como uma mixtape da cantora St. Vincent.

Passado os três meses grátis, os usuários que quiserem seguir com contas free poderão continuar ouvindo a Beats1, o que é ótimo. A rádio ainda não está disponível para Android – mas há um truque para conseguir ouvir.

Personalização é a chave

Desde os primeiros momentos de uso do Apple Music percebemos a preocupação com a personalização. O algoritmo de recomendação funciona bem para oferecer músicas para o usuário. É necessário escolher alguns artistas e gênero para o pontapé inicial. A partir daí o sistema passa a identificar faixas para audições e aprende o gosto do usuário conforme ele uso o app.

Todos os serviços possuem um algoritmo de recomendação e com a alta concorrência, quem for mais preciso na descoberta dos gostos do ouvinte sairá na frente da briga.

O serviço ainda conta com curadores convidados como o site Pitchfork e as revistas Fader e Rolling Stone.

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Integração com o iTunes

Até o momento, a Apple oferece 30 milhões de músicas. Nem todo o conteúdo da loja iTunes será transposto para o Apple Music, mas compras do usuário na loja poderão migrar para o app. Quem comprou álbuns dos Beatles, fora do catálogo de todos os serviços de streaming, poderão ouvir. O fab four tem todos os seus discos à venda no iTunes desde 2010.

Agora nem tudo é tão incrível…

Muito confuso

A Apple Music tem, em um primeiro momento, uma navegação muito confusa. Não é muito intuitivo e dá a impressão de que os ícones e abas foram colocados ali de qualquer jeito.

Passado esse aprendizado, o aplicativo traz algumas confusões. Por exemplo: não fica claro que é necessário ativar o iCloud para poder sincronizar músicas. Além disso, muitos discos possuem bloqueio por idade para letras explícitas, por exemplo. Você pode ter esse tipo de restrição em seu iTunes e nem mais se lembrar.

Na aba “Novo” há tanto lançamentos quanto sugestões de álbuns mais antigos. Até aí tudo bem. Mas então temos a aba “Música” dentro do Apple Música. Lá estão suas músicas compradas ou baixadas para o iTunes. É algo meio bagunçado, mas não chega a ser um problema de usabilidade. Dá a impressão de que estamos vendo um “trabalho em andamento” e, claramente, há muito a se melhorar.

Pouco compartilhamento

Ao menos neste início, a Apple Music tem pouquíssimas opções de compartilhamentos em redes sociais. Dá para gerar um link para o Facebook e Twitter, mas não é algo tão importante dentro da mecânica do app. É o oposto do que acontece no Spotify, que tem nas recomendações e no caráter social a base da usabilidade.

Todos esses pormenores são pequenos em comparação ao conteúdo oferecido pelo aplicativo e potencial que ele tem de aumentar ainda mais a concorrência dos streaming de música. Será uma briga boa de se ver e só quem tem a ganhar somos nós, usuários.

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