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POLÍCIA DESMENTE RELATO FALSO DE CRIME COM A AJUDA DE UMA PULSEIRA FITNESS

25/06/2015

Four fitness trackers are shown in this photograph, in New York,  Monday, Dec. 16, 2013. They are, from left, Fitbit Force, Jawbone Up, Fitbug Orb, and the Nike FuelBand SE.  For aspiring health nuts and to inspire couch potatoes to get active, the latest crop of fitness gadgets will record much more than how many steps you took on any given day. From sleep patterns to calorie intake, mood and progress toward exercise goals, few aspects of life are left un-tracked for those in search for a more quantified self. (AP Photo/Richard Drew)

Os gadgets não são os melhores amigos dos mentirosos. Um exemplo disso é o caso de Jeannine M. Risley: ela disse que estava dormindo quando foi atacada por um estranho – mas a pulseira Fitbit dela sabia que não era bem assim.

De acordo com o LancasterOnline, Jeannine viajava a trabalho duas vezes por mês para a cidade de Lancaster (EUA), e ficou hospedada na casa do chefe em março. Ela diz que, enquanto dormia no quarto de hóspedes, um homem desconhecido a puxou da cama e a atacou, ameaçando com uma faca.

Segundo o canal ABC27, quando a polícia chegou, eles imediatamente começaram a procurar o agressor. Mas a casa estava coberta de neve, e não havia pegadas nem rastros no chão. Além disso, Jeannine não lhes deu nenhuma descrição além de “um homem usando botas”.

A investigação começou a se concentrar em Jeannine: a polícia examinou o Fitbit dela, e descobriu que a mulher estava andando pela casa quando alegou estar dormindo.

Por que ela fez isso? Bem, o chefe de Jeannine diz que a dispensou do cargo de diretora temporária na empresa, e ela deveria informar isso aos funcionários em uma reunião na semana em que o suposto ataque aconteceu.

Agora, Jeannine está sendo acusada de mentir para a polícia, e de adulterar provas – ela virou móveis e colocou uma faca para deixar a história mais convincente. O caso deve ser julgado pelo tribunal local, a menos que seja feito um acordo extrajudicial; ela responde em liberdade.
 
Não é a primeira vez que vemos alguém fazendo algo errado e sendo traído pelo próprio gadget. No ano passado, Pedro Bravo foi condenado à prisão perpétua por matar Christian Aguilar em 2012 na Flórida (EUA). O iPhone dele se conectou a redes de celular que divergiam do álibi, próximas ao local do crime, e esta foi uma das evidências usadas no julgamento. 
 
 
Fonte: Gizmodo

 
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