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9º DÍGITO PASSA A SER OBRIGATÓRIO NOS CELULARES DE PE, AL, PB, RN, CE E PI

10/06/2015



Após dez dias de período de adaptação, o nono dígito passa a ser obrigatório a partir desta quarta-feira (10) nos telefones celulares de Pernambuco (áreas 81 e 87), Alagoas (área 82), Paraíba (área 83), Rio Grande do Norte (área 84), Ceará (áreas 85 e 88) e Piauí (áreas 86 e 89).

Com a mudança, o dígito 9 será acrescentado à esquerda dos atuais números de celular, que passarão a ter o seguinte formato: 9 xxxx-xxxx. Independentemente do local de origem da chamada, no momento da discagem, o nono dígito deverá ser incluído por todos os usuários de telefone fixo e móvel que ligarem para celulares desses DDDs.

A operação foi iniciada no dia 31 de maio e, até ontem (9), era possível completar as ligações apenas com oito dígitos. Mas, a partir de agora, uma gravação avisará os usuários sobre a necessidade do nono digito e as ligações não serão mais concluídas.

A mudança é obrigatória e vai atingir todos os usuários de telefonia celular das operadoras Claro, Vivo, Tim e Oi. Usuários de telefonia via rádio (da operadora Nextel) não serão atingidos. Telefones residenciais também continuam com oito dígitos.

O processo é semelhante ao que já acontece em outros oito Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará e Maranhão. De acordo com o cronograma da Anatel, todos os telefones móveis brasileiros terão o nono dígito até dezembro de 2016.
 

A previsão é que os celulares da Bahia (áreas 71, 73, 74, 75 e 77), Sergipe (área 79) e Minas Gerais (áreas 31, 32, 33, 34, 35, 37 e 38) passem a integrar a mudança a partir de 11 de outubro, em um período de adaptação que deve se estender até o dia 20 do mesmo mês.

Ainda não há data definida para a implementação do nono dígito no Distrito Federal e nos demais Estados brasileiros (Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso Sul, Goiás, Tocantins, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

A razão para o acréscimo do 9 no início dos celulares é que as linhas telefônicas estavam chegando perto do limite de combinações possíveis. Em São Paulo (área 11), por exemplo, sem a implementação do número nove, o limite de linhas era de 44 milhões. Com o nono dígito, as possibilidades aumentaram para 90 milhões.

 
 
Fonte: Uol

 
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