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LÂMPADA FUNCIONA SEM BATERIA OU ENERGIA, UTILIZANDO APENAS A GRAVIDADE

27/05/2015

Apesar de alguns eventuais aumentos na conta de luz, que nos ajudam a relembrar que elas existem, as lâmpadas elétricas são algo tão banal em nosso cotidiano que nem lembramos que, para algumas pessoas, algo para iluminar sua casa à noite é um luxo. Em países em que a coisa realmente "está na m", o jeito de não ficar no total breu é usar as ineficientes lâmpadas de querosene.

O maior problema dessas lâmpadas nem é o fato serem coisa do passado. A fumaça gerada pela queima do querosene nessa forma arcaica de iluminação é o equivalente ao consumo de 40 cigarros por dia. Além de cara - a querosene consome até 30% da renda familiar em países mais carentes - essas lâmpadas causam 3% da emissão de CO de todo mundo, e ainda causam queimaduras de a 1.5 milhões de pessoas ao ano... só na Índia!

Para criar uma lâmpada barata e confiável, o pessoal da The GravityLight Foundation usou uma força que nunca para, e está em todo lugar: a gravidade. Com um peso de 12 KG de qualquer coisa - tipo um saco com pedras - a lâmpada consegue um décimo de Watt, energia suficiente para alimentar os LEDs. O tempo que a lâmpada consegue ficar ativa varia de acordo com a distância que o peso está do chão e, quando termina sua decida, basta puxar a corda novamente para repetir o processo. Colocando a lâmpada a 1,8 metros do chão, você consegue em torno de 20 minutos de iluminação.

A Gravity Light tem custo pouco abaixo de US$ 10, algo caro para as comunidades que o projeto pretende atingir, mas que leva apenas três meses para ser recuperado, considerando o custo com a querosene nas lamparinas tradicionais.
 

O projeto tem uma forte conotação assistencial. O objetivo é construir as Gravity Lights no Quênia, facilitando a distribuição na África e ao mesmo tempo gerando empregos na região. Se está interessado em ajudar a iniciativa, o Gravity Light possui uma campanha no IndieGoGo, onde você pode contribuir com a expansão da organização, que não possui fins lucrativos.
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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