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TIM APOSTA EM APPS E SERVIÇOS E LANÇA NOVA VERSÃO DO TIM MUSIC

22/05/2015

Fabio Traldi: aposta nos apps. (Foto: Divulgação).
 
 No concorrido mercado de telefonia, a Tim vem apostando nos aplicativos como forma de conquistar mercados. A companhia apresentou nesta quinta (21) em um encontro para a imprensa em Salvador uma série de novos serviços e apps. Entre eles esté o Tim Music, que está sendo lançado em parceria com o Deezer.

A parceria, que começou em outubro do ano passado, ganhou uma nova versão com preços mais baixos de assinatura aos clientes da base. Antes, o Tim Music era feito em parceria com a empresa norte-americana Cricket com o MuveMusic. Com o Deezer o usuário poderá ter acesso a um acervo de 35 milhões de músicas e ouvir offline.

O plano pré-pago é de R$ 0,50 por dia de uso ou R$ 2,90 semanal. No pós-pago o valor é de R$ 12,90 (por mês de uso) ou R$ 9,90 em assinatura de mês contínuo. Quem tiver o Tim Liberty tem o serviço incluído no pacote. Nos planos atuais, sem a Tim, o Deezer cobra mensalidades de R$ 15, em média. Um dos grandes diferenciais é que o app na Tim será “white label”, ou seja, não terá o uso descontado da franquia de dados.

A estratégia da empresa de agregar aplicativos como diferencial fez muito sucesso com o WhatsApp. Hoje, a empresa possui planos pré e pós-pago para navegar pelo serviço de mensagens sem descontar da franquia de internet. “Com o WhatsApp mostramos que o inimigo pode virar aliado”, disse Fabio Traldi, executivo de serviço de valor adicionado da Tim. “O WhatsApp não tem a menor pretensão de matar as operadoras. Até porque isso quebraria o modelo deles, que precisa de rede e de usuários”, disse. “O que identificamos é um uso cada vez menor de SMS e voz”.
 
A Tim disse que possui 55 empresas parcerias, que desenvolvem e mantém um portfolio de cerca de 350 serviços/apps.

Internet.org

A Tim será uma das empresas que farão parte da iniciativa do Facebook, Internet.Org, que planeja levar conectividade gratuita para população de baixa renda ou quem moram em locais de difícil acesso. O acesso seria livre para determinados sites, como serviços públicos, informativos, além do próprio Facebook.

O acordo assinado entre o Governo brasileiro e o Facebook no mês passado tem causado polêmica. Um dos motivos principais é que o acesso a determinados sites oferecido por um provedor contraria o Marco Civil da internet, sancionado por Dilma Rousseff no ano passado. O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e a organização Proteste já se manifestaram contra. “Acredito que ainda há muito a ser discutido. Iniciamos as conversas com o Facebook, mas ainda é cedo para dizer como será feito o Internet.Org por aqui”, explicou Traldi.
 
 
Fonte: Ne10

 
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