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ÍNDICE DE TROTES DESABA COM ADOÇÃO DAS REDES SOCIAIS NO RIO DE JANEIRO

15/05/2015

Não há como ter uma gestão pública de qualidade sem o uso do big data, sustenta o chefe Executivo de TI do Centro de Operações do Rio de Janeiro, Alexandre Caderman. "O dado analisado é o motor do bom serviço ao cidadão", diz, em entrevista concedida à CDTV, durante a 15ª Rio Wireless, realizada nos dias 06 e 07 de maio, no Rio de Janeiro.

Caderman diz que, hoje, o maior desafio - não apenas na TI - é a integração das agências para o repasse das informações em tempo real para o Centro de Operações. "Esses dados precisam chegar para que possamos trabalhar com inteligência e prever ações antes de incidentes". Na prática, isso já acontece. Ele dá o exemplo do viaduto do Joá, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, que passa por uma reforma.

Caderman conta que o Centro de Operações do Rio consegue determinar os fechamentos de tráfego ao longo do dia, para evitar engarrafamentos. "Temos já como saber quantos carros passam pelo viaduto no momento em que queremos interromper o tráfego e também temos como saber qual a extensão do engarrafamento que teremos. Isso veio da análise prévia dos dados".

O uso efetivo das mídias sociais é uma das ações prioritárias para o Centro de Operações do Rio. Hoje já há uma grande parceria com o Waze. Mas a ideia é expandir para outras redes sociais como Twitter, Facebook e quem mais aparecer. "O índice de trotes por meio das mídias sociais caiu muito se comparados com o uso do telefone. O cidadão não quer perder a credibilidade na rede social", explica. Lidar com orçamento reduzido e TI é um desafio diário.
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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