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GOOGLE DESCARTA INVESTIR EM REDE PRÓPRIA DE FIBRA ÓPTICA NO BRASIL

14/05/2015

Ao participar do evento Mobile360Series Latin America, evento da GSMA que acontece nesta quarta-feira, 13/05, no Rio de Janeiro, o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, afirmou que o projeto Loon, que prevê o acesso à Internet em áreas sem infraestrutura de rede por meio de balão, é a prioridade da empresa no país.

O executivo deixou claro que não faz parte dos planos – no curto e médio prazo – investir em rede própria de fibra óptica no Brasil, diferentemente da estratégia adotada pela empresa nos Estados Unidos e na África, onde está construindo redes próprias. Também não há planos para trazer o negócio de MVNO, que a titã da Internet iniciou nos Estados Unidos, em parceria com a Sprint e com a T-Mobile.

O investimento prioritário do Google no Brasil para telecomunicações é ampliar o piloto com o uso de balões para o acesso à Internet em áreas carentes de infraestrutura. Batizado de projeto Loon, a iniciativa teve dois pilotos no mundo – um na Nova Zelândia e outro no Brasil, em parceria com a Telefônica e a Telebras numa escola no interior de Piauí, no ano passado.

“Foi muito importante fazer esse projeto. Ele trouxe resultados, mas já percebemos que é preciso fazer evoluções tecnológicas. Uma delas é diminuir a altura dos balões para que eles possam vir a atuar como canal de retorno do LTE”, explicou Fábio Coelho, em sua participação em painel que discutiu a inclusão digital na América Latina.

O presidente do Google Brasil não quis revelar quando será realizado um segundo piloto, mas deixou claro que ele vai acontecer. “Não quero precisar data porque há questões tecnológicas envolvidas. Ma o acesso via balão é uma maneira nossa para viabilizar a inclusão digital no Brasil”, reforçou.
 
Com relação ao conflito OTTs x Teles, Fábio Coelho deixou claro que é necessário que todos os atores do negócio de telecomunicações trabalhem de forma mais colaborativa.  Segundo ele é hora de explorar novos caminhos. “Temos a obrigação de dar mais inteligência e eficiência às infraestruturas já existentes. A economia do século 21 pressupõe colaboração”, completou.

 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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