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DIREITO AO ESQUECIMENTO: UM ANO DEPOIS, GOOGLE APAGOU 322 MIL RESULTADOS DE BUSCAS

14/05/2015

Há um ano, a Corte de Justiça da União Europeia decidiu que motores de busca na Internet deveriam permitir a desindexação de conteúdos considerados “inadequados” ou “irrelevantes”. A decisão acabou conhecida como “direito ao esquecimento”, mas uma vez que não se trata de efetivamente apagar o que está na rede, mas remover dos resultados de buscas, o apelido não é o ideal.

Principal alvo – por ser o principal motor de busca no planeta – a Google calcula ter removido 322 mil resultados ao longo deste ano. O número representa cerca de 41% dos pedidos feitos de ‘desindexação’ – foram rejeitados 457,9 mil pedidos e atendidos 322,6 mil, segundo a empresa. A decisão é, naturalmente, válida apenas nos países que fazem parte da UE. 

“Ao avaliar um pedido, observamos se os resultados incluem informações desatualizadas ou imprecisas sobre a pessoa. Também avaliamos se há ou não interesse público em que a informação continue em nossos resultados – por exemplo, se for relacionada a golpes financeiros, más práticas profissionais, condenações criminais ou conduta pública como representante governamental (eleito ou não eleito)”, informa a Google.

 
 
 
Fonte: convergencia Digital

 
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