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GOVERNO LANÇA SITE PARA DENUNCIAR VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS NA WEB

08/04/2015

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (7) um site chamado "Humaniza Redes". A ideia, segundo o governo, é que o portal seja um espaço para denúncias de violação de direitos humanos na internet (como racismo, pedofilia, intolerância religiosa, etc) e utilizar a página para a promoção de conteúdos para uso seguro da rede.

Durante o anúncio, a presidente ressaltou que as redes sociais têm sido palco de manifestações de caráter ofensivo. Porém, as pessoas devem ter ciência que precisam usar a liberdade de expressão respeitando os direitos humanos.

"Não queremos [que a internet] seja um campo de violência e desrespeito verbal", afirmou a presidente.

Ideli Salvatti, da Secretaria de Direitos Humanos (que encabeça a iniciativa), observou no evento de lançamento do "Humaniza Redes" que as pessoas têm de saber que os crimes virtuais também são passíveis de pena, apesar do direito de se expressar livremente na rede.

De acordo com Ideli, as denúncias feitas pela página serão encaminhadas para as ouvidorias da Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria de Políticas para a Mulher e Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Apesar de contarem com filtros próprios de conteúdo, a Secretaria de Direitos Humanos afirmou que Google, Facebook e Twitter apoiam a iniciativa do governo.

Como funciona

Na página do "Humaniza Redes", é possível denunciar violações que ocorreram online ou offline.

Na primeiro caso, a pessoa especifica o tipo de conteúdo e tem um espaço para denunciar a página que, supostamente, conta com a ofensa.

Já no segundo, é possível denunciar, por exemplo, violações contra crianças e adolescentes, homofobia e violações contra a pessoa com deficiência. São abertos campos para o internauta descrever detalhadamente o ocorrido.

Caso a pessoa tenha dúvida sobre o tipo de ocorrência, há um atendimento online (via chat ou e-mail) confidencial promovido pela ONG (organização não-governamental) Safernet.

Há ainda materiais de educação na página alertando contra o cyberbullying, racismo na rede e as consequências de se compartilhar links ofensivos e humilhantes.
 
 
 
Fonte: Uol

 
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