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TESTAMOS O HTC ONE M9, O MELHOR SMARTPHONE QUE VOCÊ NÃO PODE COMPRAR

03/03/2015

 
 

Por mais que o Brasil seja um ponto de interesse forte da indústria de smartphones, existem muitas empresas criando produtos interessantes que jamais chegarão às prateleiras das nossas lojas. Ninguém representa melhor esta categoria de empresas do que a HTC, aclamada por seus celulares top de linha, que não são, nem serão, lançados no Brasil.

Tivemos a oportunidade de testar o recém-apresentado HTC One M9, revelado oficialmente no último domingo, 1, e pudemos atestar: é uma pena que a companhia asiática tenha desistido de manter seus negócios por aqui. 

Reprodução 

O aparelho se mantém praticamente idêntico visualmente à versão do ano passado, mas isso não pode ser considerado uma coisa ruim, principalmente quando tão poucos smartphones nesta indústria causam tanto impacto positivo aos olhos. 

Para uma comparação familiar com o mercado brasileiro, a traseira do HTC One M9 se assemelha bastante ao LG G3, com a diferença que a LG usa plástico com textura para imitir metal escovado, enquanto a HTC utiliza metal real, que causa uma impressão muito boa tanto para a visão quanto para o tato.

Reprodução

O celular tem uma tela compatível com a média dos tops de linha no mercado, 5 polegadas, mas se destaca por não parecer tão grande na mão por causa das pequenas bordas em torno do display, facilitando a pegada. A curvatura da traseira, também faz com que ele se encaixe muito bem na mão, como acontece no caso do Moto X.

Por dentro, ele comprime tudo que há de mais potente no mercado de chips e placas para smartphones no momento, como o Snapdragon 810, processador octa-core de 64 bits, 3 GB de memória RAM, que garantem um bom desempenho para o Android 5.0 (Lollipop) rodando no dispositivo. O aparelho também conta com 32 GB de armazenamento interno, com o ponto positivo de aceitar cartão microSD de até 128 GB. As empresas estão abandonando essa alternativa aos poucos, e é bom encontrar companhias que ainda dão essa opção ao consumidor em seus tops de linha.

 Reprodução

De um modo geral, o Android em sua versão mais pura costuma ser nossa preferência no Olhar Digital sobre qualquer customização de fabricantes. No entanto, a HTC faz um bom trabalho em trazer informações contextuais para a interface do celular, chamada de HTC Sense, além de ser uma de trazer um visual bastante elegante para o smartphone.

O display de 1080p parece um pouco datado quando comparado ao que Samsung e LG estão fazendo, apostando em um número cada vez maior de pixels comprimidos na tela. No entanto, a diferença é realmente nula aos olhos.

O único ponto fraco, até o momento, é sua câmera, algo que a HTC tem tido problemas há algum tempo. A companhia abandonou a tecnologia proprietária UltraPixel, que compensava o fato de o sensor traseiro de apenas 4 megapixels, para seguir a indústria com um sensor traseiro de 20 MP. Os resultados, no entanto, não estão muito bons quando comparado com outros tops de linha da Microsoft, Samsung e Apple, resultando em fotos pobres em detalhes, com ruídos e baixo desempenho em situações de baixa iluminação.

Reprodução

 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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