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APPLE LUCRA MUITO MAIS COM IPHONES DO QUE FABRICANTES DE ANDROID

03/02/2015

A briga entre iOS e Android é interessante porque ela pode ser vista por vários ângulos diferentes. Sob cada uma das óticas, é possível declarar diferentes vencedores. Recentemente, foi constatado que mais de 1 bilhão de aparelhos com o sistema do Google, ninguém lucra mais neste mercado do que a Apple.

Os números são curiosos: 81,2% do mercado global foi dominado pelo Android em 2014, segundo pesquisas recentes. É um domínio absoluto de participação de mercado, e o Google certamente capitaliza bastante em cima de tudo isso.

Mas o que nem sempre é lembrado nestes casos é que esse bolo é repartido entre várias empresas, que, individualmente, não conseguem fazer frente ao que a Apple fatura com sua fatia modesta de 15%.

O iPhone é uma máquina de lucro para a Apple. As receitas geradas pelo produto já correspondem a mais da metade da arrecadação da empresa e colaboraram para um trimestre “mágico” no fim de 2014, com um lucro recorde de US$ 18 bilhões. Nenhuma empresa de capital aberto registrou nada parecido na história.

E, sim, os iPhones também são altamente populares, por mais que eles levem a fama de “elitista”. Apple e Samsung travam uma briga muito parelha para decidir quem é a empresa que mais vende smartphones no mundo.

A diferença é que a Apple ainda lucra muito mais do que a Samsung. O trimestre final de 2014 para a Samsung não foi muito positivo, com lucros de US$ 4,88 bilhões. E a empresa coreana vendeu praticamente o mesmo número de unidades que a principal concorrente, na casa dos 70 milhões.

Essa discrepância acontece porque a Apple é campeã da margem de lucros e da estratégia de vendas. Ao estimular que o usuário prefira um iPhone 6 de 64 GB em vez do de 16 GB, há um salto de US$ 100 no valor do produto, que está longe de refletir o custo real de produção de 48 GB a mais de memória flash. Ao oferecer também um iPhone 6 Plus, a empresa também coloca mais US$ 100 no produto, que também não traduz a diferença entre os custos de materiais.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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