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CIENTISTAS ENSINAM MARIO A PENSAR E A JOGAR SEU PRÓPRIO JOGO

20/01/2015

Para chegar a este estágio, no entanto, é necessário implantar informações no “cérebro” do personagem. Isso é feito por meio de um sistema de reconhecimento de voz que permite que o cientista ensine a ele algumas coisas. Mais bizarro de tudo, Mario é capaz de responder com voz aos comandos.

Um exemplo dado no vídeo é que no início, Mario não sabe que ao pular em um inimigo ele desaparece. Ele só descobre isso quando é informado, ou se você der o comando para que ele encontre um goomba por conta própria e descubra que é pulando sobre ele que se elimina o adversário. A partir deste momento, se você perguntar para o personagem, ele é capaz de responder “se eu pular sobre um ‘goomba’ [inimigos do Mario], ele morrerá”.

Mario, neste caso, é capaz de agir de forma autônoma de acordo com o que ele está sentindo no momento. Quando ele diz estar com fome, vai sair caçando moedas por conta própria; se estiver curioso, explorará o cenário por conta própria. Ele pode terminar a fase sozinho e planejar ações vários passos adiante.

No vídeo, ele é capaz de demonstrar sentimentos e dizer que “está feliz” ao ser questionado sobre isso. No entanto, o momento mais esquisito do vídeo é quando os cientistas falam “não fique tão feliz” e Mario responde “De alguma forma, eu me sinto menos feliz”. Quando é questionado novamente sobre como ele se sente, a resposta é "eu não me sinto muito bem :(".

O projeto foi desenvolvido em cima de uma versão hackeada de Super Mario World, do Super Nintendo para uma competição de vídeo anual da Associação pelo Avanço da Inteligência Artificial.
 
 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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