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3DMARK TERÁ UM TESTE COMPARATIVO ENTRE DIRECTX 12 E MANTLE

25/11/2014

 
 

A AMD lançou a Mantle com importante promessas de melhor eficiência, especialmente na parte da CPU, comparado ao DirectX. Porém, como falamos de duas APIs completamente diferentes, não temos bons comparativos de performance já que ferramentas de benchmarks são, em sua maioria, baseadas em DirectX, logo não funcionam para testar o desempenho da API da AMD. Agora a Futuremark parece que trará uma solução para possibilitar o seu comparativo, em futuras versões de seu software de benchmarks, o 3DMark.

A Futuremark divulgou o desenvolvimento do primeiro teste disponível no 3DMark para DirectX 12, codinome Farandole. Além da nova API da Microsoft, este teste também poderá ser rodado na API da AMD, o que tornará este o primeiro benchmark com autoridade para comparar DirectX e Mantle, com uma metodologia aprovada tanto pelas fabricantes de componentes de computador quanto pela comunidade de overclockers e usuários em geral.

Antes mesmo de lançar a nova ferramenta, já temos uma ideia no salto de desempenho que ambas as novas APIs pode representam na parte do processador. De acordo com a Futuremark, foi possível implementar 7.5x mais "draw calls" no benchmark para DirectX 12 e Mantle. Em termos leigos, o número de "draw calls" é a quantidade de "coisas" que a CPU está renderizando, um processo que não traz impacto na performance da placa de vídeo.

Além do Farandole, que deve ser lançado em 2016, no ano que vem a Futuremark irá implementar uma versão do Sky Diver capaz de testar efeitos de luz - potencialmente o VXGI da Nvidia entrará neste teste. Outro teste, codinome "Dandia", também está previsto para 2016.

As novas APIs trazem um potencial de aliviar a carga sobre o processador, ao aproveitar as instruções de baixo nível e o paralelismo para explorar melhor a capacidade de processamento das processadores. Diferente das CPUs, que vem enfrentando dificuldades em aumentar a performance por núcleo, as GPUs trazem uma grande quantidade de núcleos de processamento que dependem de softwares capazes de utilizar seus vários TeraFlops de capacidade. As instruções de baixo nível, com uma comunicação mais direta entre a API e o hardware, possibilitam ações mais refinadas como o próprio software determinar quantos recursos do sistema será necessário para uma ação.
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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