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COMPUTAÇÃO EM NUVEM: BRASIL REPRESENTA APENAS 1,4% DO TRÁFEGO MUNDIAL DE DADOS

11/09/2014

O Brasil representa apenas 1,4% do tráfego mundial de dados e a diferença para os países desenvolvidos - Estados Unidos respondem por 37% e a Europa, por 18% - é a prova que há muito por fazer no País para incentivar o mercado de computação em nuvem, diz o presidente da Brasscom, Sérgio Galindo.

O executivo, que participou do 58º Painel Telebrasil, realizado nesta quarta-feira, 10/09, em Brasília, lembrou que o mercado de cloud computing é estimado em US$ 100 bilhões e, aqui, os serviços em nuvem estão presentes em apenas 7% das pequenas e médias empresas.

"Temos muito para trabalhar para massificar o consumo de tecnologia e de Telecom. Só com essa massificação será possível ampliar a produtividade. Os serviços precisam ser usados, e em grande escala, pela população, pelas empresas e pelo governo", destacou.

Gallindo lembra que o big data é um mercado estimado em US$ 32 bilhões e não está ligado somente à análise de dados das redes sociais. "O big data remete ao armazenamento de dados; ao tratamento da informação. O Brasil precisa se colocar com uma política pública para ganhar esse mercado", sustentou o presidente da Brasscom.

Nessa cadeia de novas tecnologias, o executivo lembra a arrancada da Internet das Coisas, um mercado orçado em 9 trilhões de dólares em 2022. "A agricultura brasileira poderá vir a ser um dos grandes lideres do uso dos dispositivos conectados. Mas precisamos nos preparar. O Brasil é o país mais caro para ter um datacenter. Só de tributação são 27%. O custo de energia é o maior da região. Sem ações práticas não vamos atrair novos fornecedores", completou.
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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