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OS SSDS PRECISAM DE DESFRAGMENTAÇÃO?

21/08/2014

 

Desfragmentar o disco é uma ação recorrente para os usuários de Windows, as versões mais recentes do sistema operacional já trazem inclusive um desfragmentador embutido. Essa ação faz com que o computador continue com bom desempenho porque a ferramenta organiza os dados no HDD para que a sua busca seja feita de forma mais rápida.

Mas o mesmo acontece com os SSDs? Não. As unidades de estado sólido não precisam ser desfragmentadas e, na verdade, é aconselhável que nunca sejam, pois pode reduzir a sua vida útil. Muitos sistemas estão configurados para realizar a ação automaticamente, então, antes de trocar seu antigo HDD por um SSD, é recomendado que você desative essa configuração.

Isso acontece porque o Windows não tem controle sobre os dados armazenados em um SSD e que são distribuídos pelos chips de memória para facilitar a sua busca. Quando o sistema vai desfragmentar uma unidade de estado sólido, ele trata como se fosse um HDD e tenta reunir tudo num mesmo lugar.

Porém, quem controla os dados do SSD não é o Windows, como já dito antes, mas sim o firmware do próprio SSD. Ao finalizar a desfragmentação, a unidade de estado sólido realoca os dados novamente como se nada tivesse acontecido. Ou seja, essa reorganização do Windows acaba causando uma quantidade desnecessária de E/S no SSD, causando a diminuição da sua vida útil. 

Em vez de desfragmentar, é recomendado que o usuário utilize um software específico para o gerenciamento das aplicações na memória cache do sistema, a Intel, por exemplo, possui a tecnologia Intel Rapid Storage, presente desde os chipsets Serie 6. Para usar essa tecnologia, basta baixar o aplicativo no site oficial da placa-mãe.
 
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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