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DESENVOLVEDORA DE MAGICKA, PARADOX CRITICA USO DE DRM: ´PUNE QUEM COMPROU O GAME´

07/07/2014

Os DRMs são soluções antipirataria implementadas pelas empresas para evitar a distribuição ilegal de seus games – ou outros produtos digitais. O problema é que elas podem afetar quem comprou o jogo original, como aconteceu no caso de SimCity. Por situações como essa, o CEO da Paradox, Fredrik Wester, diz que o DRM pode causar apenas dor de cabeça, e que as desenvolvedoras deveriam focar mais em melhorar o serviço prestado a quem comprou o game original.

"[O DRM] pode punir os jogadores que realmente compraram o jogo", defende. "Me lembro de ter comprado Civilization III, e eu não conseguia instalá-lo porque eu tinha outras coisas instaladas. Tive que desinstalar dois diferentes programas, mudar configurações... foi um aborrecimento".


CEO da Paradox, Fredrik Wester, pensa que DRM mais atrapalha do que ajuda

"Se eu tivesse pirateado o game de algum lugar, teria sido mais rápido e mais conveniente", fala Wester, de maneira mais direta impossível. Ele defende que os desenvolvedores não devem colocar barreiras inconvenientes para os jogadores. "Tem que ser algo mais conveniente, você deve ganhar mais conteúdo, tem que ser mais fácil de instalar se você comprar a cópia legal".

Mas como as empresas impedem as pessoas de piratear os games então? "Bom, nós não paramos", explica, de maneira bem-humorada. Ele diz que, ao invés de caçar quem pirateia os jogos, eles estão focando em melhorar a experiência geral de gameplay. Para Wester, isso encoraja as pessoas a comprar cópias legais.
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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